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Seu hospital precisa de um Sistema de Gestão Hospitalar se…

By 23 de julho de 2016 Voz da Marca

Os sistemas eletrônicos de gestão, conhecidos pela sigla ERP (Enterprise Resource Planning – Planejamento de Recurso Corporativo) são um passo crucial na profissionalização do gerenciamento. Surgidos na década de 1980 com o objetivo de integrar dados e processos de diversos departamentos de uma empresa, automatizando e armazenando as informações de negócios, são na Saúde, um apoio nos processos de  atendimento ao paciente, como coleta e gerenciamento de dados e tomada de decisões médicas.

Considerado um marco no processo de maturidade das entidades de saúde – sua adoção apoia o processo de certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), por exemplo – o recurso ainda não está presente em boa parte das instituições brasileiras. A pesquisa TIC Saúde 2014 mostra que 45% dos prestadores de serviço que utilizam internet ainda fazem os registros totalmente em papel.

Há dez “sintomas” do hospital que precisa de um ERP para garantir gestão mais eficiente e assertiva:

  1. A direção toma decisões baseada em feeling, já que é difícil obter informações administrativas, financeiras e assistenciais;
  2. Há muitas glosas ou os ciclos de pagamento se alongam por causa de processos internos;
  3. Não há padronização dos atendimentos, porque os protocolos não estão bem definidos;
  4. Na área de suprimentos, a instituição convive, ao mesmo tempo, com desperdícios, com descarte de medicamentos vencidos, por exemplo, e falta de recursos, porque não há um planejamento estruturado de consumo e reposição de itens;
  5. Retrabalho e muitos processos manuais são constantes, porque os fluxos de trabalho e informação não estão bem organizados;
  6. A produtividade é baixa, devido à burocracia excessiva e falta de dados para tomada de decisões rápidas;
  7. É difícil estruturar o fluxo de caixa e saber o custo real dos serviços prestados;
  8. Exames em duplicidade são recorrentes, porque os diversos repositórios com informações do paciente não são integrados e os dados se perdem;
  9. Os leitos são mal gerenciados e ficam ociosos por mais tempo do que deveriam entre a alta de um paciente e a admissão de outro;
  10. Seus clientes (pacientes e médicos) estão insatisfeitos com o fluxo que seguem na instituição.

Quanto mais itens assinalados, maior a urgência em se procurar por um sistema de gerenciamento.

 

Benner

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