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O impacto da gestão hospitalar integrada na redução de glosas

By 21 de março de 2017 Voz da Marca

Além de aprimorar a área clínica, otimizando processos e garantindo melhor eficiência de atendimento, a gestão hospitalar integrada, atua no setor administrativo-financeiro, garantindo que todos os aspectos gerenciais de entrada e saída de recursos e relacionamento com fornecedores e parceiros estejam em ordem. Esse controle mais apurado do ambiente permite um resultado muito relevante: a redução de glosas

Conheço inúmeros hospitais que ainda fazem seus processos de pagamento por meio de planilhas, o que gera uma proporção brutal de glosas – vi casos onde o índice chega a 9%. É algo bem sério”, diz Americo Rodota, diretor da Unidade de Negócios – HealthCare Information Solutions da Agfa. Assim, contar com o apoio da tecnologia, deixando os papéis de lado, é essencial para o melhor controle financeiro. Isso porque, unificar a gestão, incorporando as soluções em um único ponto, faz com que todos os dados estejam num mesmo local e não ocorra perda de alguma informação de pagamento ou exames. Veja a seguir com isso acontece:

  • Prescrições e pedidos registrados

A gestão hospitalar integrada auxilia o hospital a lançar todos os dados de procedimento e consumo de materiais e medicamentos, o que evita perdas por falta de identificação dessas informações na conta médica. “Isso quer dizer que todas as prescrições e pedidos de exames ficam armazenados no sistema, o que garante que nenhum procedimento fique sem pagamento, nem demore a ser faturado, já que os dados são gerados em tempo real”, explica Rogério Medeiros, professor do MBA de Gestão em Saúde do Centro Universitário São Camilo.

  • Pagamentos sob controle

A maior parte das glosas acontece por erros na fase pré-analítica, no agendamento e atendimento ao paciente. Com o uso da tecnologia, as informações sobre os procedimentos cobertos (ou não) por um determinado plano de saúde são vistas automaticamente e em tempo real. Um solicitação de exame, por exemplo, não fica parada na área de autorização e é possível saber todas as regras de coberturas dos convênios/planos e, assim, identificar qualquer possível desvio. Além disso, se um paciente precisar fazer mais de uma vez um exame e continua com o mesmo plano de saúde, o hospital não precisará checar novamente a autorização.

Além de ampliar o controle de glosas, a gestão hospitalar integrada permite, ainda, redução de custos a partir de uma administração de estoque mais assertiva. Dessa forma, o hospital passa a ter um controle preciso dos suprimentos e sabe, por exemplo, que um medicamento deixou de ser prescrito por conta de troca de médico, ou se está prestes a vencer. “Com isso, é possível cortar despesas desnecessárias e manter o estoque otimizado, sem ficar com dinheiro parado”, afirma. O sistema permite, ainda, obter relatórios mensais e, até, diários sobre o estoque, com informações como medicamentos a vencer (no dia, na próxima semana ou mês), produtos mais prescritos (item X tem saída de dez caixas por semana, e Y de apenas uma), e marcas  que foram retiradas no mercado ou deixaram de ser prescritas.

“Antes, com as prescrições e pedidos de exames feitos em papel, além de o faturamento demorar para ser feito, pois a área precisava reunir uma série de documentos, as informações podiam se perder, e alguns procedimentos não serem pagos”, diz Medeiros.
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