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“Visão de futuro já pode ser implementada agora”, diz Banhara

By 13 de julho de 2016 Voz da Marca

Todo o conceito de mobilidade em ambientes de saúde tem evoluído para uma reestruturação não somente do fluxo de informações, mas também da forma de trabalho em diferentes níveis organizacionais.

O profissional que precisava estar na instituição para acessar de forma segura dados e aplicativos, atualmente pode contar com a mobilidade para trabalhar de casa ou de outros locais de acordo com sua disponibilidade – com conexão segura ou aberta.

Pensando neste contexto, dois blocos de iniciativas devem ser considerados: o acesso seguro e a mobilidade em si.

ACESSO SEGURO E MOBILIDADE

A pergunta feita em relação a acesso seguro é “De que maneira vou veicular a informação de forma segura?”. De acordo com Luis Banhara, diretor da Citrix no Brasil, é preciso viabilizar os dados para que não haja cópia de tela, recorte de informações, nem armazenamentos indevidos de informações em dispositivos pessoais.  

Além dos benefícios nas instituições, melhorias sistêmicas podem ser vistas no contexto atual de mercado brasileiro: “nós tivemos uma consolidação grande dos hospitais e essa é uma outra situação onde precisamos disponibilizar as informações comuns no momento zero. Quanto antes viabilizamos a integração, mais rápido é o ROI“, comenta Banhara.

No caso de mobilidade, a pergunta feita é “como viabilizo que determinado profissional possa fazer acesso do dispositivo mais conveniente a ele?”.

Aqui, os profissionais de saúde recebem as chamadas relativas a seus pacientes e conseguem acessar o prontuário com o menor número de toques possível, em uma conexão segura através do data center do hospital no smartphone do médico

O setor de saúde ainda tem muito a aprender com outros setores, como, por exemplo, a indústria financeira. Segundo Banhara, a segurança e a possibilidade de acesso em qualquer situação de conectividade devem ser prioridade.

“Através da tecnologia, o dado nunca deixa o datacenter da instituição, ele está sempre lá. O que o médico vê é uma cópia da tela. O dado em si nunca saiu do datacenter”, disse. Quanto à conectividade, ele ainda citou sobre a existência de uma agência bancária em um barco no Amazonas, com conexão via satélite.

Com estes aprendizados, os mercados de saúde, educação e finanças, para Luis Banhara, têm um grau de movimentação interessante. Estes segmentos, independentemente do que acontece no país, continuam crescendo, por terem um cronograma e necessidades próprias.

“É importante ter em mente que a visão de futuro já pode ser implementada com a tecnologia de agora.” E é necessário ter em mente, também, que o mercado brasileiro contempla vários países em diferentes graus de evolução em um mesmo local. “Você tem uma situação de estado da arte em algumas instituições, que nada deve para instituições de ponta em outros locais do mundo, mas você também vê uma situação caótica. A escala é muito grande e você tem um interesse crescente das instituições por inovação e no entendimento de como a tecnologia pode aumentar a qualidade do atendimento, o ambiente para profissionais de saúde e a rentabilidade para sua instituição”, finaliza Banhara.

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