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Hospital Sepaco realiza com sucesso cirurgias TAVI

By 11 de abril de 2019 Você Informa

A equipe de Cardiologistas Intervencionistas do Hospital Sepaco comemora os resultados extremamente positivos alcançados nas modernas cirurgias de Implante Percutâneo de Válvula Aórtica – TAVI. Os profissionais, chefiados pelo Dr. Rósley Weber Alvarenga Fernandes, cardiologista intervencionista e Responsável Técnico pelo Setor de Hemodinâmica do Hospital Sepaco, estão amplamente familiarizados com a técnica.

Considerada uma evolução importantíssima na Cardiologia Intervencionista moderna, a opção terapêutica conhecida como TAVI é um procedimento minimamente invasivo, que permite a correção em uma redução no diâmetro da válvula aórtica. A válvula implantada permite reestabelecer volumes normais de passagem do fluxo de sangue do ventrículo esquerdo para a aorta.

A estenose da valva aórtica (EAo) é uma das doenças valvares cardíacas, causada na grande maioria dos casos pela aterosclerose, mais comum em pacientes acima dos 75 anos, podendo ser facilmente detectada no exame físico e confirmada com exames complementares. Segundo o Dr. Rósley, o estreitamento nessa válvula surge com o passar dos anos, dificultando que o sangue chegue a todos os órgãos do corpo. “Caso não seja tratado, o paciente pode evoluir, a depender do grau de estreitamento, para óbito em meses”.

O Dr. Rósley explica que o coração humano possui quatro válvulas cardíacas, duas separando suas quatro câmaras e outras duas separando os ventrículos esquerdo e direito das artérias aorta e pulmonar, respectivamente. “A cirurgia cardíaca com o tórax aberto para troca ou plastia destas válvulas foi por muito tempo a única opção de tratamento para estes pacientes, mas tem evoluído a cada dia, com procedimentos cada vez menos invasivos, sem necessidade de cirurgia aberta e com um recuperação pós-operatória mais rápida”, comemora o médico.

A TAVI ainda tem sua indicação a pacientes de alto risco cirúrgico (risco de morte cirúrgica maior que 8%), pacientes com comorbidades ou condições clínicas que contra-indiquem a cirurgia com tórax aberto, pacientes com cirurgia cardíaca coronariana prévia ou outras condições que o médico, após minuciosa avaliação, assim o julgar. “Novos trabalhos já têm mostrado benefícios da TAVI também em pacientes de risco não tão alto”.

Para o especialista, o presente da TAVI é ser uma opção à cirurgia cardíaca com boa segurança a baixas taxas de complicações e alerta que o futuro da TAVI já está bem próximo. “Acredito que em casos de alto e moderado risco ficará como a opção de escolha dos médicos em conjunto com os pacientes. O código de ética permite que o paciente tenha livre escolha do seu tratamento, quando adequadamente exposto os riscos e benefícios das opções terapêuticas”, ressalta.

Evolução

Na década de 70, um conceito de uma válvula montada sobre um stent (dispositivo metálico de sustentação do lúmen do vaso que pode ser auto expansível ou expansível por catéter balão) surgiu como uma abordagem experimental. Muito se evoluiu e, nos anos 90, os primeiros casos de válvulas montadas em stent foram implantadas em aortas de porcos em trabalhos científicos. Em 2000, desenvolveu-se uma prótese valvar montada em um stent que poderia ser utilizada em humanos. Assim, em 2002, Dr. Alan Cribier, emérito professor francês de Cardiologia Intervencionista, implantou a primeira válvula montada em um stent expansível com catéter balão em humano. O procedimento foi um sucesso e considerado uma das maiores evoluções na Cardiologia Intervencionista.

Desde o procedimento índice até os dias de hoje, a técnica evoluiu muito e milhares de outros procedimentos já foram realizados em todo o mundo. No início, estes procedimentos eram sempre feitos com anestesia geral. Hoje, estas podem ser levadas ao coração através de um pequeno orifício de apenas de 1 cm na pele e o procedimento pode ser por anestesia local e/ou uma sedação consciente do paciente.

A TAVI (Trans Aortic Valvar Implatation) ou TAVR (Trans Aortric Valvar Replacement) é uma evolução onde caminhamos a passos largos para procedimentos cada vez menos invasivos, sem necessidade de cirurgia aberta e com uma recuperação mais rápida para os pacientes.

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About Release enviado por Soraya Simón

Jornalista e assessora de imprensa do Hospital Sepaco

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