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“O Brasil deve pensar globalmente e agir localmente”,diz Michael Nusbaum

By 24 de maio de 2017 TI e Inovação

O International Digital Healthcare Forum 2017 aconteceu dentro da 24º edição da Feira+Fórum Hospitalar e contou com a presença de painelistas internacionais e conteúdos alinhados com as melhores práticas, produtos e serviços de Digital Healthcare.

Michael Nusbaum, Especialista Internacional em Padrões e Interoperabilidade apresentou uma discussão sobre os Desafios da Interoperabilidade na Saúde.

A troca de informações clínicas é ainda um dos grandes desafios do setor, pois a ausência de interoperabilidade entre aplicações médicas é umas das razões que geram problemas de eficiência e custos nos sistemas de saúde.

Nusbaum apresentou a importância do setor se conectar mundialmente, reiterando que a interoperabilidade tem como finalidade permitir o acesso a informações completas em qualquer ponto do atendimento para facilitar o diagnóstico.

No avanço da discussão, Nusbaum foi categórico em dizer que a interoperabilidade não se restringe às equipes que trabalham com tecnologia da informação, trata-se de um elemento chave para o sucesso dos membros de toda a cadeia.

No decorrer do tema ele mostrou como o Brasil está avançando nessa área,  e enfatizou que o nosso país precisa pensar globalmente e agir localmente.

Nusbaum lançou um questionamento para os presentes: “No estado atual podemos considerar que estamos prontos para a adoção da interoperabilidade?”

Ele afirmou que adoção ainda se mostra lenta perante as necessidades do sistema, por isso precisamos trabalhar rápido para que ocorra uma adoção global, focando no mesmo resultado e somado a uma arquitetura acessível, no entanto não precisa ser um sistema único, é preciso que funcione de maneira efetiva.

Com relação às tendências, ele reitera a necessidade de aumentar a cooperação entre os órgãos internacionais, intensificar as demonstrações e estudos de caso, elevar o acesso às normas e agilizar para que a interoperabilidade se faça presente na rotina do paciente através da adoção de padrões mais ágeis e fáceis de serem implementados.

Ele declara que a interoperabilidade deve ser alcançável e isso se deve através de ações que  possam moldar o mercado, e integrem a evolução dos programas nacionais e internacionais  na sua progressão.

Nusbaum afirma que a interoperabilidade  não deve ser uma competição entre governos e fornecedores, todavia os estímulos são diferentes e dentro desse processo é necessário compreender as distintas motivações para que a implementação funcione de maneira assertiva.

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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