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Inteligência Artificial em favor dos médicos

Por 24 de setembro de 2018 TI e Inovação

Temos falado de inteligência artificial em muitos lugares, e é interessante a visão que ainda se tem a respeito deste mistério: um sistema computacional que pode aprender.
Na área de saúde temos tido um retorno muito interessante pois é um campo onde este tema está mais comumente colocado nas rodas de discussão, e há uma razão para isso.
Normalmente, tecnologias de ponta são primeiro aplicadas em áreas que possam apresentar resultados importantes mais rapidamente. Tanto resultados para a sociedade como um todo, como também resultados financeiros. É por isso, que a área de saúde está sempre em um dos primeiros campos onde novas tecnologia são aplicadas.
O campo do diagnóstico por exemplo, está rico em oportunidades para esse aprendizado. Suas capacidades podem ajudar a aumentar a assertividade do diagnóstico e a analisar grandes massas de informações mais rapidamente para determinar padrões. E tem sido aí que a inteligência artificial tem dado sua contribuição mais importante nesta área.
Mas sempre que falamos que uma inteligência vai “melhorar” ou “fazer melhor”, nos deparamos com o dilema de que a inteligência possa substituir o ser humano.
Mas ao invés de falarmos em “substituir”, que tal propor uma nova pergunta:
Como a inteligência artificial pode melhorar o dia-a-dia das pessoas, em especial, do corpo clínico.
Ou de uma forma mais atual:
Como usar a inteligência artificial para melhorar a experiência do médico?
E a resposta é maravilhosamente simples: se a inteligência pode aprender qualquer coisa, vamos ensiná-la a nos ser útil, na prática. Lhe damos as habilidades que mais carecemos para que a atividade médica possa ser melhor e mais fácil.
Nesse sentido, curiosamente, percebemos que o campo fértil na área de saúde não é mais a área de diagnóstico, mas a área operacional tão carente em processos simples, respostas rápidas e o que mais adoramos no campo da inteligência artificial: “padrões”.
Neste sentido ainda são poucas as iniciativas no uso da inteligência artificial para melhorar o dia-a-dia da atividade médica. No Brasil podemos citar o “Anima” da Mult-Connect. Um assistente virtual do médico para as questões operacionais junto aos hospitais que procura facilitar o trâmite entre médico e hospital.
Mas há ainda muitos caminhos para seguirmos neste campo com o pensamento de sempre: se a tecnologia não melhora a vida das pessoas, ela não parece ter muito sentido. E é nosso papel que estas tecnologias tenham este fim.

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