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Dispositivos de monitoramento não usam criptografia

Por 31 de julho de 2014 TI e Inovação

Milhões de pessoas registram diariamente dados que vão de atividade física e sono ao humor e saúde mental. Essa atividade foi analisada pela Symantec e o levantamento mostrou, segundo a empresa, que um em cada cinco dispositivos de automonitoramento (ou 20%) transmite dados gerados pelo usuário sem criptografar as informações, ou seja, de forma insegura.

Segundo a Symantec, isso pode trazer implicações na privacidade e segurança individual. Esses dispositivos transmitem dados gerados pelo usuário, como nomes endereço de e-mail e senha, o que traz risco de roubo de identidade, análise de perfil, perseguição, extorsão e mal uso corporativo.

Dispositivos que armazenam informações na nuvem são os que colocam a privacidade do usuário em maior risco, aponta o estudo. Metade dos aplicativos de monitoramento (52%) examinados não dispunha de políticas de privacidade disponíveis aos usuários.

Precauções
Para reduzir e evitar a exposição dos dispositivos e de sua privacidade, a Symantec oferece as seguintes dicas de segurança.

– Use um bloqueio de tela ou senha para evitar o acesso não-autorizado a seu aparelho;
– Não utilize o mesmo nome de usuário e senha em sites diferentes e utilize senhas fortes;
– Desative o Bluetooth quando não for necessário;
– Cuidado ao utilizar recursos de compartilhamento social;
– Evite compartilhar detalhes de localização em redes sociais;
– Leia e compreenda a política de privacidade de aplicativos e serviços;
– Instale as atualizações de apps e sistema operacional quando estiverem disponíveis;
– Utilize uma solução de segurança no aparelho;
– Utilize criptografia completa do aparelho, caso disponível.
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