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Como a open innovation acelera as pesquisas em medicamentos?

By 24 de setembro de 2015 TI e Inovação

Já presente nas indústrias química, de tecnologia da informação e no varejo, a inovação aberta, ou open innovation (OI), como ficou mais conhecida, dá seus primeiros passos na área de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Saúde, já com resultados promissores.

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De acordo com levantamento da consultoria global Deloitte, analisando dados de 1988 a 2012, as chances de entrada de um novo medicamento na fila de aprovação dos órgãos regulatórios para testes clínicos é três vezes maior do que se a droga for desenvolvida no modelo fechado de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

A consultoria aponta que, no período, 463 medicamentos foram desenvolvidos no modelo fechado, com taxa de sucesso nas submissões de 11%, e 355 com open innovation, com taxa de submissão de 34%.

Os modelos de inovação aberta variaram, mas podem ser divididos, de uma maneira geral, em quatro grupos:

1) Terceirização pura – em que apenas um parceiro é escolhido para o desenvolvimento da pesquisa, enquanto a indústria se responsabiliza pela governança, metodologia e operação.

2) Licenciamento e suas variantes – em que os parceiros compartilham riscos e benefícios de acordo com o montante investido, como é o caso da transferência de tecnologia e financiamento via venture capital.

3) Colaboração e suas variantes – em que os parceiros compartilham conhecimento, experiências e recursos complementares, como no caso das joint ventures.

4) Open source (fonte aberta) – em que uma rede colaborativa compartilha informações, governança e operações e gerencia o risco.

Assim como empresas do porte da Johnson & Johnson e Eli Lilly podem se beneficiar com a open innovation, outros segmentos da Saúde também podem explorar o conceito, seguindo alguns passos para que a iniciativa seja bem sucedida.

1) Analise a situação de suas atividades de inovação aberta considerando cinco elementos: características de sua rede de colaboração, habilidades necessárias para o projeto, gestão da propriedade intelectual, impacto para os participantes e governança.

2) Desenvolva metas para o futuro de sua estratégia de OI – a partir disso, será possível criar uma cultura de inovação aberta entre os funcionários e identificar lideranças que viabilizem a estratégia.

3) Faça uma análise das lacunas e desenhe um roteiro para a execução da OI – considere: pessoas e parceiros, processos, tecnologia e propriedade intelectual.

4) Conquiste o apoio das lideranças e alinhe os stakeholders integrando a OI com suas atuais iniciativas de P&D e definindo metas claras de sucesso – identifique os patrocinadores internos da ideia, recrute seus melhores influenciadores, inclua a OI no pipeline de P&D, desenvolva indicadores de desempenho que incluam o medidas de reconhecimento não-financeiro para promover a OI.

Serviço – A Live Healthcare Media convida você a participar desse debate no Health 2.0 Latin America, que acontecerá dentro do Hospital Innovation Show.

O quê: Health 2.0 Latin America

Onde: Hospital Innovation Show – Centro de Convenções Rebouças (Av. Rebouças, 600 – Pinheiros, São Paulo – SP – CEP 05402-000)

Quando: 28 e 29 de setembro de 2015

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Cylene Souza

About Cylene Souza

Mãe da Eva, Cylene Souza é prática e acelerada por natureza e necessidade. Iniciou sua carreira de jornalista no Jornal da Tarde e atuou por oito anos na IT Mídia, primeiro como editora de saúde e, posteriormente, como editora de eventos, na liderança do conteúdo do IT Forum, Saúde Business Forum e IT Business Forum. Acumula conhecimento na produção de revistas, sites e eventos. Tem pós-graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM e em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. É co-fundadora da Integrare - Marketing de Conteúdo 360º.

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