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A análise de dados no setor da saúde

By 9 de julho de 2020 TI e Inovação

Nos últimos anos, o setor da saúde deu um salto importante na transformação digital, aproveitando as novas tecnologias, principalmente a análise de dados, para avanços significativos em pesquisas, diagnósticos e processos mais eficientes. Um estudo recente aponta que 60% dos profissionais de saúde utilizam análises preditivas em suas organizações e, devido a atual pandemia de Covid-19, podemos esperar um aumento exponencial nessa estimativa. Somente no primeiro trimestre de 2020, a saúde digital já havia atingido um nível recorde de financiamento de US $ 3,1 bilhões.

Com o aumento na adoção dessa tecnologia, a análise de dados se tornou uma ferramenta poderosa utilizada para tudo, desde acelerar o desenvolvimento de medicamentos até otimizar diagnósticos e análises laboratoriais. Agora, mais do que nunca, hospitais, laboratórios e empresas buscam a análise como uma maneira de melhorar a eficiência e agregar valor. Vários serviços baseados em dados já estão disponíveis, como o aplicativo Coronavirus – SUS no Brasil, lançado pelo Ministério da Saúde para conscientizar a população, oferecer orientações em casos de suspeita de infecção e fornecer estatísticas em tempo real.

A análise de dados é transformadora, abrindo uma gama aparentemente infinita de possibilidades que podem revolucionar o setor da saúde a níveis sem precedentes. A IDC já havia previsto que os volumes de dados atingiriam 175 zetabytes até 2025, e agora podemos esperar que essa estimativa aumente ainda mais. A Covid-19 gerou uma expansão do modelo de trabalho remoto e da dependência intensificada da tecnologia, o que significa que os volumes globais de dados continuarão a aumentar exponencialmente.

Embora essas informações tenham enorme potencial, os dados não estruturados são responsáveis por 80% a 90% da área total de dados digitais. Esses, que existem em imagens, dados de pesquisa, vídeos e dados de sensores, são em grande parte difíceis de analisar – representando um desafio significativo para as empresas. Além disso, muitos desses dados existem em infraestrutura e silos complexos, como data lakes), data warehouses), Network File Systems (NFS storage) e sistemas de backup.

Diante dessa realidade, as empresas precisam estar bem preparadas para coletar, armazenar e extrair valor dos dados. Isso envolve a modernização da infraestrutura, que exigirá soluções de armazenamento capazes de acessar e compartilhar dados de maneira extremamente rápida, além de manter os dados seguros e alinhados à LGPD. Uma experiência de dados moderna requer infraestrutura capaz de conectar silos e atender às demandas de desempenho, agilidade e simplicidade, sem complexidade ou perdas.

Até recentemente, o potencial de maximizar dados não estruturados era restrito devido às limitações de sistemas legados de armazenamento. Felizmente, com uma experiência de dados moderna criada em uma infraestrutura de armazenamento de última geração, como por exemplo o FlashBlade, é possível processar grandes volumes de dados em tempo real e disponibilizar conjuntos de dados para diversas cargas de trabalho simultaneamente em várias aplicações. Isso, combinado com o potencial da análise de dados para fornecer informações, prova que a tecnologia tem o potencial de realmente salvar vidas.

Sobre o autor

Paulo de Godoy, country manager na Pure Storage

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