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4 tendências em análise de dados de saúde

By 3 de dezembro de 2014 TI e Inovação

A área de saúde jamais esteve tão focada em dados como atualmente. Desde o controle de despesas até a detecção de fraudes e a coordenação de atendimentos, a utilização de análise de dados tem sido considerada essencial para a resolução de diversos tipos de problemas no setor.

Na prática, porém, o volume de dados pode acabar sendo um grande desafio. Considerando-se os diferentes sistemas de registros médicos, as informações fornecidas por dispositivos médicos, as planilhas de funcionários, as pesquisas de satisfação de pacientes e o monitoramento de equipamentos médicos, um hospital gera um volume exorbitante de dados.

Entretanto, a adoção destas quatro tendências em análise de dados no setor médico e hospitalar facilitam o controle dos dados e o aproveitamento de todo o potencial que eles oferecem.

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1 – Visualização de dados para todos
Oferecer um atendimento eficiente sempre foi uma missão importante para os hospitais. Melhorar a taxa de atendimento contribui para que hospitais façam exatamente isso e ainda possam proporcionar uma boa experiência a seus pacientes. Ao conferir a médicos, enfermeiras, administradores e coordenadores acesso seguro e autenticado a painéis de visualização de dados, hospitais como Johns Hopkins e o Hospital Infantil de Seattle conseguiram otimizar o fluxo de pacientes.

“Fomos capazes de gerar uma visualização fantástica, mostrando algumas das causas básicas e dos fatores que contribuem para o tempo de espera dos pacientes. Por exemplo, examinamos nossas práticas e vimos que atrasos ocorridos logo cedo cascateavam pelo resto do dia. Obtivemos bons resultados quando passamos a nos empenhar em não ter atrasos no início do dia e já estamos vendo melhorias significativas no tempo de espera geral dos pacientes”, contou Jason Jio, Diretor Administrativo de Serviços Cirúrgicos, no Hospital Infantil de Seattle.
  
2 – Alinhe a empresa em torno de resultados
É claro que a importância da melhoria dos resultados e da qualidade do atendimento não é uma novidade. Na verdade, a maioria dos profissionais de saúde destaca isso como sua missão primária. Se adicionarmos ainda a crescente “consumerização” dos tratamentos de saúde, fica claro que o alinhamento da empresa em torno da melhoria dos resultados é crítico para os negócios.

Na verdade, é mais fácil falar do que fazer acontecer a ideia de que um hospital deve se concentrar em certos resultados. Os profissionais da saúde trabalham demais e lutam muito para estar em dia com as grandes quantidades de relatórios. As múltiplas definições de dados e suas origens, com o potencial de haver informações contraditórias, podem gerar confusão e custar caro.

Para superar estes desafios, os hospitais devem fazer padronizações em uma única solução de inteligência que aproveite o poder da visualização de dados. De acordo com os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, o olho humano consegue processar dados a uma taxa de aproximadamente 10 milhões de bits por segundo. O contato visual com dados aproveita este poder e fornece imagens intuitivas e fáceis de entender em um hospital.

3 – Foco no paciente

Uma visão centrada no paciente ajuda a coordenar o atendimento, reduzindo custos e melhorando os resultados. Uma grande maneira de facilitar isso é criar painéis visuais que fornecem uma rápida ideia de toda a complexidade do panorama de um paciente, com suas interações, arquivos e tratamentos.

Só o volume de dados gerados por um paciente, especialmente os portadores de várias condições crônicas, pode ser assustador. Escolha painéis visuais que permitam ao profissional de saúde a rápida absorção de informações de alto nível e ainda possibilite o aprofundamento e obtenção de outras informações.

4 – Abrace o lado social dos cuidados com a saúde
A medicina social é uma fronteira nova para a maioria dos provedores de serviços de saúde. Hoje em dia, os pacientes esperam interagir com os provedores de atendimento de saúde nas plataformas sociais de sua escolha. Um relatório de 2012, elaborado pela consultoria PwC, mostrou que praticamente um terço dos adultos entrevistados utilizou redes sociais para conversar sobre saúde.

Com isso, os provedores de atendimento estão indo para onde os pacientes estão. Isso é particularmente útil para a promoção e o incentivo, por exemplo, da prática de exercícios e hábitos de alimentação adequados. É ali que os hospitais e planos de saúde estão buscando o contato com pacientes, com o objetivo de incentivá-los a fazer melhores escolhas.

Quais são, porém, os principais tópicos que vêm à mente de seus pacientes? Como é possível saber se as suas mensagens estão chegando até os pacientes? Qual é a frequência que você deve adotar para postagens e tweets? Esta é a área onde os analistas de dados estão seguindo o exemplo de outros setores e aproveitando os dados obtidos nas redes sociais para aprimorar o relacionamento com pacientes.

*Fonte: artigo de Miguel Nhuch, Vice-presidente para América Latina da Tableau Software, empresa fundada no Vale do Silício, atualmente sediada em Seattle (EUA). No setor hospitalar e de saúde, alguns clientes expressivos são: Johns Hopkins Hospital, Seattle Children’s Hospital, Merck e Pfizer

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