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Se Saúde não fosse doce…

By 8 de abril de 2015 Colunas, Gestão, Saúde Pública
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O mercado de saúde é um mercado que cresce todos os anos, impulsionado por diversos fatores, como o aumento da expectativa de vida, as inovações tecnológicas, etc. Do ponto de vista econômico, cada vez mais pessoas querem participar e ganhar com este mercado. Mas, e do ponto de vista de cada ser humano? Quem não quer saúde?

Nada é mais doce e confortável do que estar saudável, mas, infelizmente, quase sempre só aprendemos a dar valor (e com memória curta, pois logo depois esquecemos) quando a saúde nos falta. Neste dia Mundial da Saúde (07), vale uma importante pergunta: Por que não somos saudáveis?

Podemos analisar de vários aspectos, mas um que me chama atenção é o paradigma da doença ao invés da saúde. Gastamos muito mais e estamos focados em resolver o problema de saúde quando ele surge ao invés de nos mantermos focados em como ele surge, para evitá-lo principalmente a partir dos nossos hábitos e escolhas (sem que isso signifique negar que parte dele vem por fatores genéticos ou outros).

Se mudarmos o foco e quisermos olhar para a nossa realidade, podemos nos perguntar: O que eu faço que é prejudicial à minha saúde? Basta um sincero levantamento do que fazemos em relação ao que comemos, ao uso do nosso corpo, aos lugares que frequentamos, ao tempo e condições que dormimos, à forma que trabalhamos, à maneira como focamos a nossa atenção e os nossos pensamentos para percebermos hábitos contrários à saúde e geradores de doenças.

Bom, se temos estes hábitos, cabe mais uma pergunta: Por que eu faço isso?

Essa pergunta mostra que, embora uma parte nossa queira, a outra que não quer a saúde. Pode não ser muito “lógico”, mas é bem real. Um exemplo que sempre me chamou a atenção, por ser filho de uma médica e viver neste meio desde que nasci, há 46 anos, é o próprio médico que normalmente não cuida bem da sua saúde, adquirindo uma série de hábitos nocivos.

Embora mudar o comportamento é muito importante, ele não é suficiente se não entendermos as suas causas, pois, quando isso acontece, as causas irão atuar novamente e gerar outros comportamentos nocivos.

A vida é bela e, com saúde, é doce. Entender e agir vai nos permitir dar uma boa dentada nela e sorrir, feliz e com saúde. Para fechar, no dia Mundial da Saúde, mais uma pergunta: como está a sua saúde?

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Eduardo Farah

About Eduardo Farah

Eduardo é professor e doutor pela FGV, palestrante e consultor de empresas nos temas de relacionamento, desenvolvimento humano, ética, mindfulness e autoconhecimento.

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