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Saúde suplementar contrata cerca de 20% de todos os empregos formais no país em março

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Esse é o melhor resultado desde o lançamento do Boletim do IESS

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e acordo com o “Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar”, boletim mensal do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o setor manteve o ritmo positivo de contratações. O levantamento mostra que o total de trabalhadores na cadeia (que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; e, operadoras e seguradoras de planos de saúde) apresentou crescimento de 2,5% no período de 12 meses encerrado em março de 2018. Esse é o maior crescimento proporcional desde que o relatório foi lançado, com dados de abril de 2017. Já o total de empregos formais – que considera todo o conjunto econômico nacional – dá sinais de recuperação com a segunda variação positiva no ano. Desta vez, o mercado apresentou crescimento de 0,3% na mesma base comparativa.

“Nas 12 edições do relatório até aqui, vimos o setor de saúde suplementar atravessar parte da crise no país como um contraponto ao total da economia”, comenta Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. “Em um período que os postos formais de trabalho começam a apresentar tendência positiva, a cadeia encerra o período com seu maior crescimento proporcional dos últimos meses”, avalia.

Carneiro lembra que o fluxo de emprego no segmento também é destaque nesta edição do boletim. “O saldo positivo de contratações de 11.030 pessoas representa, aproximadamente, 20% do total dos postos formais de trabalho criados em março desse ano”, conclui. Na economia como um todo, o saldo foi positivo em 56.151 postos formais de trabalho.

Vale lembrar que o IESS criou um indicador de base 100, tendo como ponto de partida o ano de 2009 para deixar mais clara a relação entre os empregos gerados pelo setor de saúde suplementar e o conjunto da economia nacional. Em março de 2018, o índice para o estoque de empregos da cadeia suplementar foi de 137, mantendo-se o mesmo desde janeiro. O número-índice da economia total manteve-se em 109, como tem ocorrido desde dezembro de 2017.

A nova edição do relatório mostrou saldo de empregos positivo na saúde suplementar em todas as regiões do país em março de 2018, com destaque para o Sudeste, com resultado de 6.307, seguido pelo Nordeste, com 2.063. A região Sul teve o terceiro melhor desempenho, com saldo positivo de 1.178 empregos, seguida por Centro-Oeste e Norte, com 1.126 e 356, respectivamente.

Subsetores

Na análise por subsetor do período de 12 meses encerrado em março de 2018, o segmento de Operadoras foi o que mais cresceu, com aumento de 2,8%, seguido pelo de Fornecedores, com alta de 2,6% e Prestadores, que expandiu em 2,4%. Na cadeia produtiva da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), correspondendo a 2,4 milhões de ocupações, ou 71,5% do total do setor. Já o subsetor de fornecedores emprega 824,7 mil pessoas, 24% do total. As operadoras e seguradoras empregam 152,9 mil pessoas, ou seja, 4,5% da cadeia.

       
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