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Sabin investe no cuidado psicológico de crianças e adolescentes

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Atento aos casos de violação de direitos de crianças, adolescentes e mulheres, o Laboratório Sabin criou no início de 2008 o projeto das Ludotecas, espaços lúdicos para uso dos pacientes em tratamento psicológico. Ao todo, já são 40 instaladas, com cerca de 30 mil pessoas atendidas.




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“O retorno tem sido muito positivo. Podemos enxergar melhorias qualitativas e quantitativas. É um serviço que já existe nas secretarias e governos, mas como é um trabalho muito delicado, esses espaços melhoram a qualidade do atendimento e conseguem alcançar mais crianças, já que elas têm um resultado melhor num espaço propício”, avalia a presidente executiva do
Sabin, Lídia Abdalla.

Segundo a instituição, uma das motivações do projeto foi o fato de uma ex-gestora do próprio Sabin ter passado por uma situação de abuso sexual na infância e, em razão disso, estabeleceu como objetivo um projeto para ajudar crianças e adolescentes na mesma situação.

Desde então, em mais de seis anos de execução e com investimento de R$ 300 mil, o Sabin já instalou as ludotecas no Distrito Federal, Minas Gerais, Goiás e Bahia. O projeto é feito em parceria com administrações públicas que determinam os espaços para as ludotecas em hospitais e centros de saúde.

A avaliação é que são gerados dois tipos de impactos diretos: um para o público atendido, que é acolhido pelo ambiente criado, e outro para os profissionais que prestam atendimento, já que passam a ter um espaço mais adequado para qualificar e acelerar o atendimento. Pelo fato do projeto lidar com casos muito distintos, não é traçado um quadro de tempo, mas os resultados indicam que há uma redução no número de consultas por paciente em função da melhoria das condições lúdicas do espaço.

“Elevação da autoestima dos servidores públicos onde as ludotecas são instaladas, melhoria das condições de atendimento aos cidadãos, ampliação do conhecimento da rede local de atendimento”, lista Lídia como outros benefícios verificados com o programa.

A participação do Sabin é exclusivamente na elaboração do espaço, como a composição dos brinquedos e atividades espalhados pelo chão, cadeiras e mesa para acomodação das crianças e adolescentes e também a decoração da sala, com pinturas e grafites nas paredes.

Sobre a estruturação das parcerias, o laboratório admite ter sido bastante trabalhoso lidar com o processo do estabelecimento dos projetos, mas que, superados os trâmites administrativos e eventualmente políticos, as demais fases do processo ocorrem com maior naturalidade. “Diante desse fenômeno da violação dos direitos, o maior desafio é aumentar a escala ao projeto”, complemente Lídia, que já prevê futuras instalações no futuro próximo para os locais onde o Sabin já está presente, como nas como nas cidades de Manaus, Belém e Palmas.

*Essa reportagem faz parte do estudo “Referências da Saúde 2014”, da revista Saúde Business. Para ler na íntegra, CLIQUE AQUI
       
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