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Rede Relief inicia atividades com estrutura de saúde focada em qualidade clínica e redução de custos

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Investimento total na estrutura de desospitalização e de cuidados continuados chega a R$ 44 milhões e garante acompanhamento mais próximo ao paciente, com equipes dedicadas a reabilitação, internações de alta complexidade, pediatria e cuidados paliativos

O sistema brasileiro de saúde passa a contar com uma nova estrutura de serviços de desospitalização a partir de hoje, com o início de atividades da Rede Relief de Cuidados Continuados (UCC). A empresa conta com estruturas de internação voltadas para reabilitação de pacientes que passaram por um evento agudo, além de internação alta complexidade, pediatria e cuidados paliativos. A nova empresa inova também ao realizar esses atendimentos em pediatria. “Nossa proposta é de promover alívio ao paciente e às famílias – com estruturas modeladas para um atendimento personalizado –, e ao sistema de saúde, por meio de redução de custos e previsibilidade econômica para as operadoras de saúde”, explica o CEO da Rede Relief, Euro Palomba.

A marca inicia suas atividades com a inauguração de uma unidade de internação e reabilitação na Rua José Maria Lisboa, nos Jardins, em São Paulo. Essa unidade é a primeira a contar com um centro de reabilitação, dispondo de estrutura de fisioterapia coordenada por fisiatras. São 45 suítes individuais.

O lançamento da marca também promove a conversão de uma mesma estrutura, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, 3.779, em São Paulo, constituída de 29 leitos de alta complexidade, passando a ser Relief.

O investimento da nova unidade foi de aproximadamente R$ 12 milhões, enquanto na estrutura da Brigadeiro Luís Antônio foram consumidos R$ 15 milhões. No primeiro semestre de 2019, uma nova unidade será inaugurada na Rua José Guerra, 117, Chácara Santo Antonio, com 65 leitos e que demandará investimentos de R$ 17 milhões.

“Por ser uma instituição referenciada, dirigida para cuidados continuados, essas unidades têm um ambiente mais controlado, diminuindo a ocorrência de infecções nosocomiais, além de atendimento humanizado e maior conforto às famílias. Nossas equipes são especialmente preparadas para melhor interação com as famílias e oferecem uma atenção individualizada”, afirma Palomba. “Isso promove segurança, conforto e um melhor processo de recuperação.”

No Brasil, assim como nos demais países, a escalada de custos tem sido um desafio para os gestores públicos e privados da área. Ciente dessa necessidade, a Rede Relief usa princípios de previsibilidade para garantir o equilíbrio assistencial e financeiro nesse mercado. É o primeiro prestador da América do Sul a aplicar os protocolos institucionais da MCG Health, instituição integrante da norte-americana Hearst Health Network, reconhecida mundialmente pela aplicação de processos de transparência assistencial e proatividade e eficiência nos cuidados dos pacientes.

“Entendemos muito bem que o momento da saúde do Brasil exige repensar o modelo assistencial e a estruturação de custos. Esse é um compromisso que estamos assumindo com as operadoras de saúde, ao garantir a construção conjunta para um modelo de equilíbrio financeiro e compartilhamento de riscos”, afirma o executivo.

A constituição de estruturas de UCCs começaram a ser concebidas pela Rede Relief em 2006. O grupo controlador atua no segmento de desospitalização há 18 anos, com foco nos serviços de atenção domiciliar, gerenciamento de doentes crônicos e atendimento pré-hospitalar.

Segundo o CEO da Rede Relief, a partir da experiência na prestação de serviços de desospitalização, foi possível identificar a existência de uma “lacuna” na oferta de serviços entre o momento da alta hospitalar e ingresso no home care. “Não estamos ‘reinventando a roda’. Essas estruturas são bastante usadas em países da Europa, nos Estados Unidos e no Japão. Nosso papel é de continuidade e previsibilidade, com uma estrutura complementar aos hospitais terciários, secundários e aos serviços de atenção domiciliar”, sustenta.

       
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