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Policlínica dos Jogos Rio 2016 atinge a marca de 500 exames de diagnóstico por imagem

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Atletas e toda a família Olímpica têm à disposição na Policlínica dos Jogos Rio 2016 tecnologias inovadoras da GE para ajudar médicos a obterem diagnósticos rápidos e precisos, fatores essenciais para garantir o bem-estar dos competidores e equipes. Desde a inauguração da Policlínica na Vila dos Atletas em 22 de julho, o Sistema de Informação de Radiologia (RIS) da GE que está em uso no local já registrou a expressiva marca de 500 exames de diagnóstico por imagem.

Para entender a dimensão do número, a edição brasileira já atingiu 30% dos exames realizados nos Jogos Olímpicos Londres 2012. As competições na capital da Inglaterra alcançaram um total de 1.711 exames de imagem realizados em todo o período dos Jogos.

Durante as competições é frequente a ocorrência de lesões musculares, articulares e ósseas nos atletas e os exames de imagem são fundamentais para um diagnóstico mais preciso. Nesse contexto, o raio-X, é umas das tecnologias mais utilizadas para avaliações ósseas e, normalmente, é o primeiro exame a ser solicitado na suspeita de lesão. Já a ultrassonografia pode avaliar em tempo real anormalidades em tendões e músculos, além da ressonância magnética que garante uma análise mais detalhada da extensão da lesão. Com um diagnóstico mais rápido e preciso, o atleta é tratado agilmente e pode se recuperar mais rapidamente, voltando a competir em um curto espaço de tempo.

A Policlínica também é de extrema importância para outros membros da família olímpica, como a equipe de preparação técnica, por exemplo, pela possibilidade de realizarem exames de prevenção e diagnóstico que, muitas vezes, não estão disponíveis em seus países. Muitos deles aproveitam a oportunidade de ter acesso a equipamentos médicos de ponta para fazer o check-up anual.

 

       
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