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Orizon inova com simplicidade para estimular diálogo

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Os colaboradores da Orizon buscam um novo bom hábito: olhar o crachá de alguém com atenção para conhecer seu nome e seus interesses. Conexões entre pessoas começam com uma espécie de dança de dois passos: descobrir seus nomes e seus interesses comuns. Música, lugares, esportes, hobbies, alguém conhecido… Como facilitar esse processo previsível e decisivo?

Os times de Desenvolvimento Organizacional e de Inovação da Orizon responderam a isso, em conjunto, projetando um crachá inovador. Ele apoia a estratégia da empresa em fortalecer um diferencial competitivo muito cobiçado: a capacidade de suas pessoas se conectarem e dialogarem mais e melhor para gerar novas soluções.

O crachá que estimula um hábito essencial

O novo crachá Orizon tem informações simples: 3 ícones com paixões/interesses/hobbies e um nome grande e legível do jeito que a pessoa prefere ser chamada.

O crachá Orizon sustenta um novo hábito essencial: sair do automático e enxergar o outro como alguém que tem nome e interesses fora do trabalho. “Isso favorece a aproximação através da descoberta de afinidades e incentiva a formação de novos grupos de interesse. Quando uma nova tribo se forma em torno de bike, rock ou corrida surgem conexões novas entre áreas que tendem a ser naturalmente isoladas”, explica Rogério Estevão, diretor de Desenvolvimento Organizacional. O design final foi aprovado em votação geral dos colaboradores para garantir envolvimento.

A estratégia se apoia em métodos de gestão consagrados que precisam de diálogo eficiente como o Lean, Design Thinking e DevOps até ferramentas analíticas mais modernas como sociogramas que ajudam a diagnosticar as relações entre pessoas e times. O crachá é um elemento simples e decisivo nisso tudo. A ideia dos ícones com paixões/interesses/hobbies veio para ajudar na tarefa essencial de identificação de interesses comuns.

Os ícones eliminam o incômodo natural de assumir que não decoramos o nome de gente que já encontramos, “é constrangedor assumir que ainda não sei o nome e disfarçar tentando ler aquelas letrinhas pequenas”, destaca o presidente da Orizon, Mario Martins. Olhar o crachá em um encontro passa a ser um gesto de consideração genuína, de cortesia. É importante destacar que não se trata de querer que todos tenham “um milhão de amigos”, mas sim de estimular o número e força das conexões do grupo.

“O novo crachá apoia a sustentação de um bom hábito básico para a conexão do time. Incentivar melhores conexões fortalece a qualidade do debate e execução de ideias na empresa. Se uma ideia não vira hábito ela só existe na imaginação. Isso significa que além de gente boa, são necessários novos processos e incentivos que sustentem a formação de bons hábitos. A cultura acaba sendo o que fazemos habitualmente. Nós precisamos inovar para fortalecer nosso capital humano e ter nele um diferencial competitivo”, conta o presidente da Orizon, Mario Martins.

       
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