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O ROI nem sempre é tangível quando envolve tecnologia disruptiva

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Por mais contraditório que pareça, o ROI nem sempre é tangível quando envolve a adoção de tecnologia disruptiva. Em uma mesa redonda no primeiro dia do Healthcare Innovation Show 2018, os participantes chegaram a esta unanimidade, destacando que tanto na área de saúde como em outros mercados, é importante considerar retorno questões como fidelização, engajamento, atração de novos clientes, satisfação dos profissionais lidando com a nova tecnologia e manutenção do sistema. Mesmo que, em alguns casos, inicialmente isso até envolva perdas financeiras.

O painel foi moderado por Ricardo Orlando, CIO da Dasa, com participação de Rodrigo Moreira, diretor de Estratégia da UBM Brazil; Lílian Hoffman, CIO da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo; Bruno Pierobon, CEO e fundador da ZUP Innovation; e Fábio Mattoso, Executive Leader Watson Health da IBM.

“O ponto principal é a incorporação dos aspectos tecnológicos na cultura da empresa. O quanto está disposta a arriscar no início da implementação do processo? Não pode ter tanto medo de errar, porque com a disrupção sempre há erros e aprendizados”, afirmou Rodrigo Moreira. Já Lílian Hoffman deu dicas de como conseguir apoio da alta administração das organizações. “O ROI tangível ou intangível não precisa ser tão claro de imediato, mas é importante materializar a potencialidade do trabalho com pequenos projetos. Vários hospitais estão fazendo testes assim para provar o potencial da tecnologia à área de negócios”, disse.

       
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