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O armazenamento de dados e como ele gera uma melhor experiência ao paciente

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O setor de saúde tem passado por grandes mudanças tecnológicas, principalmente pela preocupação prioritária em trazer mais disponibilidade, acessibilidade e agilidade para data centers, reforçando sua importância para a melhor experiência do paciente.

Todos sabemos que a tecnologia tem sido um dos grandes impulsionadores de saltos na saúde. Um estudo recente da International Data Corporation (IDC) mostrou que é esperado que o setor invista cerca de US $ 2,7 trilhões por ano em infraestrutura de TI, incluindo data centers, até 2020. Uma transformação significativa está em curso. E se você é um profissional de TI dessa área, provavelmente não se assusta com isso, pois deve ter observado seus dados crescerem em ritmo acelerado e agora, precisa gerir melhor tempo e orçamento para armazená-los e protegê-los adequadamente.

O fato é que, quando se trata da indústria da saúde, o armazenamento e transmissão de arquivos – como tomografia computadorizada, ressonância magnética e o lançamento em prontuários eletrônicos – são extremamente sensíveis e deles dependem o funcionamento hospitalar e a segurança dos dados do paciente. No cenário atual de transformação digital criou-se o momento ideal para que os sistemas de saúde invistam em uma infraestrutura digital desenvolvida, com foco em padronização e segurança, além dessa ser uma aliada para o melhor atendimento ao paciente.

O estudo “O avanço digital na assistência à saúde”, da PwC, que reúne dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e da pesquisa TIC Saúde, mostra que apenas 53% dos estabelecimentos de saúde brasileiros registram informações clínicas e cadastrais em prontuários eletrônicos. E as decisões que envolvem o atendimento são menos registradas ainda, o que revela uma falta de cultura em utilizar dados para melhorar a experiência do paciente. Dados como alerta de alergias a medicamentos, contra-indicações, interferência de medicamentos em exames, por exemplo, são registrados por menos de 20% das clínicas e hospitais.

O Data Center e as mudanças no cuidado com a saúde

À primeira vista, as soluções de armazenamento de dados eram tidas pelos provedores de serviços saúde como um custo. Agora, com a transformação digital em pauta e a possibilidade de ter, ao mesmo tempo, conveniência e segurança, se tornaram essenciais para um tratamento cuidadoso dos registros em um negócio tão avesso ao risco.

Em um hospital, por exemplo, que possui um grande número de equipamentos diversos gerando dados, a disponibilidade, acessibilidade e agilidade na entrega da informação pode adiantar diagnósticos e cuidados com a saúde de pacientes. Com a tecnologia já tão próxima do dia a dia das pessoas, elas mesmas já demandam por atendimentos mais informatizados e organizados.

O correto armazenamento e disponibilização dos dados permite ao profissional de saúde na ponta um melhor atendimento do paciente, com a possibilidade de acessar dados de atendimentos passados, experiências dele junto ao hospital, verificar diagnósticos, entre outros. Representa uma visão clínica integral e, também, uma análise comportamental do paciente, que pode ser valiosa para o gestor do hospital.

Armazenamento de dados e IoT: o futuro do atendimento ao paciente

Ligando o armazenamento de dados à um tema que sempre volto por aqui, a IoT, as possibilidades no setor da saúde passam a ser quase que infinitas. Ainda que muitos equipamentos, como microscópios de alta potência e máquinas detalhadas de digitalização, sejam fixos em hospitais, se conectadas à rede e enviando informações ao Data Center, melhoram significativamente a experiência e a agilidade para pacientes e, claro, para a equipe médica, que passa a analisar dados integrados na hora de avaliar um caso. Além disso, estações de controle e monitores para quartos de pacientes, sistemas de entrega e agendamento de medicamentos, assim como os raios X e as máquinas de ressonância magnética, e as tecnologias wearable relacionados à saúde estão ganhando espaço em sistemas hospitalares. São milhares de dados e informações vindos de dispositivos diferentes, que devem ser não só armazenados, mas processados dentro de um ambiente de TI ágil e seguro.

Para melhor aproveitar os caminhos da transformação digital, a indústria de cuidados com a saúde precisa contar com data centers modernos e especialistas em TI atualizados para garantir que exigências regulatórias e legislativas e melhores práticas de segurança e privacidade acompanhem as constantes evoluções que o tema vive e ainda vai encontrar pela frente. São evoluções necessárias para lidar com um paciente que busca no sistema de saúde muito mais do que medicação, agilidade, tecnologia e atendimento eficiente.

       
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