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Mudanças disruptivas no setor de saúde devem começar pelas pessoas

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Aliar os recursos da tecnologia em todos os processos operacionais tem sido o grande desafio de muitas instituições de saúde no Brasil. Na avaliação de Paulo Bastian, CEO do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, “é fundamental que os gestores compreendam as mudanças a partir dos recursos humanos”.Na manhã desta quarta-feira (19), Bastian moderou o painel “Inovação x operação: como construir uma organização disruptiva e sólida”com os presidentes da Totvs, Laboratório Hermes Pardini, AC Camargo Câncer Center, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio Libanês.

“A inteligência artificial é uma das ferramentas que pode contribuir muito para melhorar a eficiência do setor, pois as pessoas já estão conectadas”, disse Laércio Cosentino, CEO da Totvs. Para que este modelo seja viável no setor, ele alerta para a necessidade de investimentos na captura de informações, convergindo todos os dados disponíveis em uma plataforma única.

Mas o desafio é justamente fazer a digitalização dos dados e a manutenção da operação. No caso do Laboratório Hermes Pardini, 100% dos laudos são digitalizados, e com o Projeto Enterprise o Grupo passará de 80% de automação na linha produtiva. Em relação ao B2C , nosso cliente pessoa física consegue fazer o seu check in por meio de QR Code. Na opinião do CIO da empresa, João Alvarenga, apesar de ser um avanço importante, o cliente ainda não enxerga esta capacidade produtiva, “por isso, a empresa que entregar a melhor experiência, será percebida pelo cliente, assim como já acontece com empresas que tem como foco a experiência do cliente”, afirma o executivo.

Uma das iniciativas da AC Camargo para melhorar a experiência e atendimento dos pacientes foi criar o modelo do Câncer Center. De acordo com Vivien Rosso, CEO da empresa, o objetivo é ter eficiência durante todo o tratamento, envolvendo pacientes e médicos de outras áreas. Desta forma, os profissionais podem intervir na revisão do tratamento. Inicialmente, o Câncer Center está atendendo mulheres com câncer de mama.“Estamos aprendendo que a revisão dos processos começa pela cultura organizacional. Levamos seis meses para formatar este modelo”, lembra Rosso.

       
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