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Investimentos em tecnologia da informação melhoram a segurança do paciente

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A segurança do paciente engloba um conjunto de ações adotadas para proteger o paciente contra riscos e danos evitáveis durante o atendimento em clínicas e hospitais. Os estabelecimentos de saúde devem adotar práticas preventivas em todas as etapas do atendimento, além de investir em infraestrutura e recursos tecnológicos. Um exemplo são as ferramentas de gestão de processos, CRM e Recursos Humanos implementadas pelo Grupo CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão.

“Para gestão da clínica, usamos o Sistema Tasy, muito usado em estabelecimentos de saúde. É uma solução que integra todas as áreas da instituição, otimizando os processos, evitando desperdício e retrabalho, e aumentando a produtividade dos setores envolvidos. Isso reflete em melhoria nos resultados financeiros, com gestão de suprimentos, faturamento, finanças e controladoria, já que todas as áreas são integradas, desde o primeiro atendimento na recepção até o último processo contábil”, explica André Tenenbaum, CEO do CON.

Para o paciente, o principal benefício é a qualidade e a segurança clínico-assistencial, com registro de todas as informações no Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). Além de permitir o uso simultâneo por todos os profissionais envolvidos no atendimento, o PEP garante a legibilidade das informações, a identificação do paciente e seu histórico de saúde, assim como diagnósticos, avaliações e evoluções. “O sistema permite a rastreabilidade e integração de todas as informações, desde a compra de um medicamento com o lote e a validade, até sua aplicação no paciente, identificando quando e em quem foi usado”, completa Tenenbaum.

Os investimentos em otimização de processos viabilizam maior agilidade e assertividade no atendimento. “Trabalhamos com uma equipe multidisciplinar e vimos a necessidade de melhorar o gerenciamento das operações, por isso implementamos um software de Business Intelligence. O profissional tem acesso rápido a todos os dados do paciente para direcionar qualquer tomada de decisão”, finaliza o CEO do CON.

       
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