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Interfarma e Biominas selecionam 21 projetos para promover a inovação em saúde

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O programa Biostartup Lab, que promove o empreendedorismo de empresas startups, selecionou 21 projetos ligados à saúde para serem aperfeiçoados e apresentados ao mercado. Os trabalhos são focados em saúde humana e digital health. Agora, os novos empreendedores entram na fase de aceleração, em que os seus projetos serão aprimorados para um futuro lançamento.

O programa já teve quatro rodadas anteriores, sendo essa a segunda na área da saúde, fruto da parceria entre INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) e Biominas Brasil. Outras duas entidades também participaram da seleção das startups: a ABRADIMEX (Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares) e a ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos).

“Esse é um projeto que nos dá muita satisfação em realizar porque, apesar de todas as adversidades, ainda existem muitas pessoas empenhadas em empreender e em inovar”, diz Maria José Delgado Fagundes, diretora da INTERFARMA e uma das responsáveis por essa edição do Biostartup Lab.

Neste ano, mais de 200 startups se inscreveram, das quais 40 chegaram a ser entrevistadas para que 21 delas fossem selecionadas. “Existem no Brasil muitos entraves para a inovação, como a resistência das universidades em trabalhar com a iniciativa privada e a própria iniciativa privada, em assumir os riscos da inovação. É preciso superar essas resistências para que se possa criar um ambiente favorável, objetivo também perseguido por essa iniciativa, que incentiva a inovação desde sua fase de projeto”, afirma Pedro Bernardo, presidente-executivo da INTERFARMA.

A INTERFARMA e suas associadas entendem que existe ciência de alta qualidade na academia, mas há também uma deficiência no processo inovador. Ao oferecer suporte na modelagem do negócio, know-how de desenvolvimento de produto, acesso a mercado e networking global, a INTERFARMA contribui de forma efetiva para auxiliar uma nova geração de startups em saúde. Espera-se também que o programa colabore para promover uma melhor interação entre cientistas e empreendedores.

Três semanas de aceleração
Agora, os projetos selecionados passam por três semanas de aperfeiçoamento, com palestras, análises, suporte personalizado e compartilhamento de know-how. Depois disso, o programa entra na última etapa, em que os projetos aperfeiçoados começam a ser apresentados aos players do mercado. É nesse momento que podem acontecer investimentos e parcerias para o avanço das pesquisas e futuro lançamento do produto.

       
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