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Hospital Maternidade Santa Joana inaugura o serviço do Assoalho Pélvico

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Inaugurado há 5 meses, o Centro de Assoalho Pélvico, do Santa Joana, tem como objetivo preparar gestantes para o parto e, também cuidar das mamães após o parto, evitando qualquer tipo de disfunção relacionada ao avanço de sequelas no assoalho pélvico. Muito comuns, disfunções como perda de urina, bola na vagina, distopia genital, entre outros, são alguns problemas que podem ser prevenidos antes do parto com exercícios físicos, massagens, fisioterapia, cremes, enfim, um acompanhamento preventivo e profissional e, em casos mais extremos, cirurgias específicas.

Por isso, o Santa Joana, optou por estimular as futuras mamães a entenderem seus corpos e estimularem suas musculaturas por meio da preparação para o parto. Tudo realizado com a supervisão de fisioterapeutas obstétricas e enfermeiras. A partir do fortalecimento do assoalho pélvico é possível adaptar o corpo para um crescimento de até 20 vezes do útero e para receber a pressão que terá nos nove meses de gestação. Os exercícios têm como função evitar o chamado prolapso, ou descida do útero e da vagina, que muitas vezes é provocado por atividades comuns como tosse, espirros, risos, prática de atividades físicas, entre outros.

Outro diferencial do Centro é a realização de consultas mais acolhedoras após o parto, que buscam entender exatamente quais são os sintomas das pacientes. Os consultórios fogem ao padrão comum. Foram projetados especialmente para receber o público feminino e atender consultas ginecológicas voltadas ao assoalho pélvico. Tudo para deixar as pacientes mais à vontade para contarem na íntegra o que estão passando ou sentindo.

Em outros casos o diagnóstico vai além de uma disfunção médica. Às vezes, o incômodo é estético ou causado por uma percepção pessoal, como a hipertrofia dos pequenos lábios vaginais ou a busca por uma cirurgia de ninfoplastia, que retira o volume avantajado, congênito ou causado por flacidez e que gera incômodo sob a roupa e pode tornar o ato sexual doloroso. “Temas antes pouco abordados pelas mulheres, agora, com o empoderamento e maior espaço delas na sociedade e poder de decisão sobre o corpo, ganham os consultórios e a atenção do melhor Centro Clínico especializado em mulheres do país”, afirma Carlos Del Roy, Chefe do Centro de Assoalho Pélvico do Hospital e Maternidade Santa Joana.

De acordo com Del Roy, é necessário debater temas relacionados a disfunções no assoalho pélvico, pois as mulheres sofrem com esses problemas e muitas vezes têm sua vida social prejudicada por conta dessas sequelas. “Com tratamentos simples ou cirurgias rápidas, elas podem voltar a ter vidas normais. Retomar suas atividades cotidianas e não deixar que uma incontinência urinária ou uma dor mais forte incomode faz toda a diferença. Basta procurar a ajuda certa”, finaliza.

       
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