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Hospitais economizam com compras compartilhadas

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Seis hospitais públicos administrados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e que entraram em um grupo conjunto de compras de medicamentos e materiais médico-hospitalares, estão obtendo uma economia de 20% ou de R$ 14 milhões anualmente. Durante o Saúde Business Forum, evento promovido pela IT Mídia, em Comandatuba, na Bahia, o coordenador do setor de tecnologia de informação da Unifesp, Alberto Cebukin, destacou que os principais ganhos, além da economia, é a transparência do processo e a redução do custo operacional. Para viabilizar a operação, a Unifesp fechou um contrato com a Bionexo, que oferece compras eletrônicas, a um custo de aproximadamente R$ 3 mil por hospital. As seis instituições de saúde são administradas pela Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDV) ligada à Unifesp fazem compras de R$ 70 milhões por ano. São eles: o Hospital São Paulo, Hospital Geral de Pirajussara, Hospital de Diadema, Hospital de Vila Maria, Hospital de Cotia e Hospital de Salto, além do Hospital de Mogi das Cruzes que está se integrando ao sistema. “Só o Hospital São Paulo obtém uma economia de 35% nas compras”, explica Cebukin. Os menores, pelo volume, alcançam reduções que vão de 3% a 17%. “A economia potencial é de no mínimo 10%”, avalia.
Através do sistema os hospitais têm contato com 540 fornecedores, de forma transparente e imediata. “Isso não elimina negociações e compras pontuais no caso de necessidades extras, mas sempre dentro do sistema”, diz Cebukin. A idéia, a partir do amadurecimento do processo, é a participação de uma maior número de fornecedores de diferentes materiais. “A qualidade e homologação dos fornecedores fica a cargo de uma comissão técnica que seleciona as empresas, com base no banco de dados e no relacionamento dos hospitais participantes”, destaca.
Das compras totais realizadas trimestralmente pelo grupo, 13% dos produtos representam 75% do total gasto. Entre os fatores de sucesso da operação estão o desenvolvimento de uma política conjunta de compras, definição clara dos produtos e a determinação de não permitir recuos ou compras fora do sistema.

       
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