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ERASTER é a mais nova solução para tratar resíduos hospitalares

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Com a expansão da tecnologia no mundo dos hospitais, pensar em soluções para descartar corretamente os resíduos produzidos, aos olhos do gestor, pode parecer mais uma despesa do que investimento. Mas, a tecnologia também chegou a essa questão.

A Eraster é um equipamento que esteriliza todo tipo de material potencialmente infectante, por meio da tecnologia patenteada de aquecimento por atrito desses dejetos, transformando-os em resíduo inerte. Comercializado com exclusividade pela IndEco – Energia, Águas e Utilidades, sua apresentação oficial será feita durante a Feira Hospitalar 2018, que acontece entre os dias 22 e 25 de maio, no Expo Center Norte.

Além de transformar os resíduos infectantes em material inerte e reaproveitável, o equipamento ainda reduz o custo para destinação, pois reduz em até 80% o volume gerado e em até 30% o seu peso. “Disponibilizar um equipamento como esse vem ao encontro da filosofia IndEco, que é de desenvolver soluções para o cliente que sejam mais sustentáveis e diminuam o impacto financeiro”, explica Otavio Santoro Jr., CEO da IndEco.

Outra grande vantagem da Eraster é poder tratar os resíduos na origem, evitando o custo com a separação e o transporte especial para descarte, uma vez que é possível tratar todo tipo de resíduo infectante gerado pela atividade hospitalar – seringas, agulhas, bisturis, faixas, tampões, têxteis, químicos sólidos e líquidos e etc.

O equipamento em exposição tem capacidade de tratar até 80 quilos/hora, em uma área de apenas 15me sem necessidade de grandes modificações físicas do espaço, o que atende as necessidades de um hospital de médio/grande porte.

Conheça como funciona o processo de tratamento

Para chegar a uma solução sustentável e economicamente viável, a Eraster, empresa italiana detentora da tecnologia, dedicou 10 anos de pesquisas e estudos. A solução apresentada é uma combinação de lâminas que trituram o resíduo antes de passar por um processo exclusivo de aquecimento a 150o visando esterilizar todo o material.

O material inerte restante, que se parece com uma serragem, pode ser descartado como resíduo comum e/ou reaproveitado para ser reciclado em outros produtos, como madeira sintética utilizada na indústria moveleira e construção civil. Além disso, o processo de esterilização da Eraster não gera gases tóxicos ao meio ambiente, diferentemente do processo de incineração, bastante usado pelas entidades de saúde no Brasil.

A eficácia do sistema da Eraster pode ser comprovada por meio de certificados internacionais e nacionais. Atualmente, o equipamento opera em mais de 20 países distintos da Europa, Ásia e Américas.

“Essa é mais uma solução que a IndEco viabiliza. Queremos tornar nosso mercado cada vez mais sustentável, sem que essa causa seja um peso no bolso dos nossos clientes. Por isso, resolvemos apostar nessa ideia tão ousada”, finaliza Otavio.

       
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