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Dentalis aposta em parceria com fintechs para pacientes desbancarizados

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Em 2017, a líder em softwares odontológicos Dentalis gerenciou R$ 211 milhões em transações financeiras de procedimentos odontológicos. Dona de 36% do mercado brasileiro, a empresa é especializada em fornecer soluções de tecnologia para clínicas populares. Esses estabelecimentos voltados para a classe média e pacientes de baixa renda formam cerca de 60% da base de 17 mil clientes distribuídos pelo Brasil.

Para se manter inovadora desde 1996 e crescer dois dígitos, de forma orgânica, durante a crise econômica, a Dentalis acertou parcerias com as startups financeiras QuickCheck (que foi acelerada pela Artemisia) e FitBank (cujos investidores são ex-sócios da XP).

Segundo o IBGE, 60 milhões de brasileiros não possuem conta bancária. O QuickCheck entra no pacote da Dentalis e oferece uma solução que pode aumentar drasticamente o ticket médio dos pacientes odontológicos e ampliar o acesso à saúde bucal, já que apenas 23 milhões de brasileiros têm seguro odontológico e os procedimentos muitas vezes precisam ser parcelados – opção que exclui pessoas sem conta no banco.

Ao ser procurada pelas fintechs, a Dentalis decidiu criar um projeto que integrasse alternativas financeiras inovadoras das startups com o Dentalis Mobile, aplicativo projetado pela empresa para facilitar a entrada de dados sobre o atendimento do paciente – que na maioria dos consultórios ainda é feita no papel – e cortar 35% do tempo gasto com essa atividade.

Já a FitBank permite que a Dentalis passe a atuar como um sistema de gestão financeira em si, já que os consultórios podem emitir, cobrar e pagar boletos por meio da própria plataforma, calcular comissões e repasses, transferir e receber valores e notificar o cliente sobre cobranças.

TICKET MÉDIO

No ano passado, o ticket médio mais alto na base de clientes da empresa foi identificado em Santa Catarina (SC), onde o paciente gastou por volta de R$ 2.225. O menor foi registrado no Estado nordestino da Paraíba (PB), lá o gasto médio ficou em torno de R$ 182. Em São Paulo (SP) o valor ficou em R$ 613 e no Rio de Janeiro foram R$ 701 gastos por paciente no ano. Do total gasto no país, R$ 11.106.191 foram provenientes de procedimentos com resina.

       
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