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Conheça o Centro de Inovação da Merck

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Com mais de 300 mil produtos somente neste negócio e € 5.9 BI em vendas líquidas em 2017, a Merck Life Sciences tem como objetivo atender os clientes na identificação e desenvolvimento de terapias, entregar produtos e expertise de ponta a ponta para os clientes que produzem o que é desenvolvido nos laboratórios e garantir que drogas e ingeríveis estejam em condições seguras para o consumo. Este ano a empresa completa 350 anos, e como parte da comemoração, está investindo em centros de colaboração ao redor do mundo, os M Labs.

“Eu acredito que a grande importância do M Lab para a comunidade seja o acesso à tecnologia para mercados desde universidades até as industrias produtoras. Trazer o que há de novo e estreitar a relação, diminuir a barreira, e a chave para isso é a colaboração: aprender com o cliente e o cliente aprender conosco. Nós temos o conhecimento do produto, mas o ponto crucial da utilização do M Lab é a inter-relação.”, explica Victor Abramant, cientista de Process Development da Merck, na inauguração do M Lab no Brasil.

O M Lab center é uma iniciativa da área de Process Solutions da Merck, mas, no Brasil, também atende Research and Apply e Performance Materials, na unidade de negócios de Life Sciences. Ou seja, todas as divisões não farmacêuticas da empresa, e é o primeiro M Lab no mundo a combinar soluções destas três áreas.

Victor conta que os clientes podem ir até o M Lab para receber treinamentos, acompanhar demonstrações, ou mesmo, desenvolver juntos um novo processo e adaptações de produtos. É um ambiente de integração, e toda a tecnologia é a mesma utilizada globalmente pela marca.

No centro de colaboração M Lab há a simulação de ambientes reais de produção, através dos vários laboratórios disponíveis na infraestrutura do local, que permitem que fabricantes se aproximem dos especialistas na pesquisa, desenvolvimento e produção do seu produto de interesse.

“Quando falamos que o M Lab é um centro de colaboração, no qual o cliente pode ter o hands on em um ambiente não GMP (BPM) quer dizer basicamente que a preocupação é em aprender a utilizar o produto, sem burocracias. A sigla GMP significa Boas Práticas de Manufatura (BPM em português), e é uma qualificação voltada à proteção mútua do usuário e do produto, não necessária na proposta do centro.”, diz o especialista.

O CEO de Life Sciences da empresa, Udit Batra, também fez um pronunciamento sobre o M Lab de forma global, e sobre as oportunidades de negócio no Brasil. Segundo ele, a Merck está trabalhando em três questões diferentes para trazer inovação para o mercado com a ajuda do M Lab. São elas: o desenvolvimento de novos produtos para cada um dos diferentes passos da produção; otimização de processos com o objetivo de deixa-los o mais enxutos possível; e a reimaginação de como biológicos e biossimilares podem ser produzidos localmente, tanto em termos de fluxo quanto de infraestrutura, visando a economia de tempo, resultados translacionais de pesquisas, dinheiro e proporcionando flexibilidade.

Como última mensagem, Udit disse que é necessário construir uma rede de colaboração e conhecimento de primeira linha para avançarmos no setor, e que enxerga grande potencial na produção brasileira de biossimilares.

“O Brasil é líder na produção de vacinas. Cerca de 75% da população é vacinada, só perde para a Escandinávia em termos de população com poder de acesso. E isso ocorre por transferência de tecnologia e parcerias entre a rede pública e instituições privadas. O Brasil já tem o conhecimento, não há razão para que o mesmo não ocorra com biossimilares. Hoje grande parte do que é consumido vem de fora, e existe uma oportunidade enorme! A produção local de biossimilares pode ter um grande impacto na saúde pública” finalizou, o executivo.

       
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