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Confira o que aconteceu no primeiro dia do SBF’18

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Após a chegada dos convidados para o evento, Vitor Asseituno, CEO & Co-Fundador da Live, conduziu a abertura do evento e explicou a estrutura de funcionamento do Fórum. O executivo ressaltou em sua apresentação a dimensão do SBF’18, considerando uma das mais importantes edições do evento em toda a sua história.

“Eu fico muito feliz que a falta de combustível não nos impediu de juntos falarmos de futuro. E com certeza não vai nos impedir de chegar lá. Passado e Futuro são duas abstrações, a única coisa que existe é o presente, mas se não discutimos o futuro, estamos fadados a usar ferramentas e discutir assuntos do passado.” disse Vitor, e completou, “Somos seres relacionais, feitos para amar e servir as pessoas e o mundo ao nosso redor. Ser simplesmente competente é uma das melhores maneiras que podemos servir e amar as pessoas ao nosso redor. Quando alguém contrata ou depende de um serviço seu de alguma forma, a coisa mais amorosa que você pode fazer é entregar, e por isso nós nos esforçamos tanto pra fazer esse evento acontecer.”

Ele falou sobre trabalho, papel e propósito em sua apresentação. Da visão única e particular de cada presente sobre como eles encaram a vida e o trabalho. Além, é claro, da tecnologia. Como ela muda tudo no setor de saúde e em todos os setores. O que ficou de lição de casa para cada participante nesses 4 dias: se tornarem entusiastas da tecnologia. Mas não assumir a visão de mundo de que a tecnologia vai resolver tudo, e sim, assumir seu controle para a resolução das questões necessárias.

Em seguida, Paulo Vicente e Gil Giardelli entraram na plenária para discutir um tema de tecnologia e gestão: como se adaptar ao Futuro do Trabalho? Os grandes pensadores mostraram o que esperam na interface entre suas áreas de especialidades, o futurismo e a estratégia.

Paulo Vicente é Professor de Estratégia da Fundação Dom Cabral, Doutor em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e autor de diversos livros de gestão de empresas. É graduado em Engenharia Mecânica pelo IME. Já foi nomeado candidato ao Business Professor of the Year Award da The Economist Intelligence Unit (TEIU) e HULT International Business School.

“O Futuro do Trabalho tem três grandes eixos. O primeiro é a robotização e inteligência artificial, o segundo é a longevidade humana aumentada, e o terceiro é a dispersão geográfica.”, resumiu Paulo, quando perguntado sobre os tópicos mais relevantes da seu apresentação. Para o professor, esses três eixos determinam como construiremos o futuro do trabalho e, além disso, nos fazem questionar nossos métodos educacionais para resolvermos problemas complexos das nossas instituições.

Gil Giardelli é web ativista, difusor de conceitos e atividades ligados à sociedade em rede, colaboração humana, economia criativa e inovação radical e transformação digital. Professor de MBA na ESPM, USP, estudou Radical Innovation e Social Data no MIT, é parceiro institucional no MediaX de Stanford University, co founder da 5era, Gaia Creative e Humanoide Brasil. Além disso, é autor de livros e colunista na BandNewsFM e Revista Você SA.

“Fábrica de Alfinetes, Cinco Forças de Michael Porter, planta automotiva, já não cabem mais nesse mundo. Seis Sigma, análise SWOT, BSC, entre outros, ainda são ensinados nas escolas de negócios. Porém são ferramentas que foram criadas no século passado por empresas que já não existem mais. Uma delas por exemplo, é a Xerox, comprada recentemente pela Fuji”, disse Gil, questionando as ferramentas de gestão usadas hoje e a eficácia delas em um contexto de rápida mudança e evolução.

No final da tarde tivemos o kickoff das Reuniões de Negócios. O intuito é ambientar os executivos ao clima e modelo do evento, no qual cada participante tem uma agenda personalizada de conteúdo e reuniões, de acesso digital através do aplicativo do SBF’18.

       
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