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Como a tecnologia pode ajudar o Triple Aim

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Para aqueles que talvez não estejam familiarizados com o termo Triple Aim, essa filosofia busca o equilíbrio entre uma boa saúde populacional, uma experiência positiva de atendimento para o usuário e o menor custo per capita no cuidado com os pacientes. Visando um processo eficiente, é fundamental uma boa base de dados, implantação de soluções inovadoras e automatizadas, e redução de desperdícios, seja qual for o recurso. Com certeza a tecnologia pode ajudar nessas questões.

A adoção de tecnologia está crescendo principalmente porque temos a necessidade de fazer mais, com menos dinheiro. Consumidores são afrontados com altos custos dos planos de saúde privados e, para os menos favorecidos, visitas menos frequentes de acompanhamento básico de saúde. Isso nos leva a seguinte pergunta: Quais processos nos cuidados de saúde hoje, que se digitalizados, nos permitiriam alcançar mais rapidez e qualidade nos resultados, com uma experiência melhor do paciente, a um custo menor?

Com as soluções digitais, é possível analisar os dados obtidos de forma preditiva, além de gerir e devolver como inteligência para o sistema em ambiente seguro. Os provedores podem desenvolver planos personalizados de cuidados, assim pacientes são tratados como indivíduos, e não agregados como população. Nesta dinâmica, também é possível medir o desempenho de forma confiável e contínua da população, já que tudo estará integrado.

Apesar da transformação tecnológica da saúde ter sido aditiva nos custos, a longo prazo, o sistema pode aprender sobre drivers de custo indireto, gerenciamento de riscos, redundâncias no sistema, otimizações de custo e maximização de valor para o paciente. Ainda sobre custos, é necessário ponderar sobre como e onde deverá ser gasto o orçamento da saúde, e ainda, quanto deverá ser destinado à pesquisa, programas e inovação?

Exemplos sobre como a tecnologia está influenciando a saúde não faltam. Em mobilidade temos, por exemplo, serviços de telemedicina e wearables, que proporcionam atendimento acessível em qualquer lugar e autocuidado na gestão de crônicos. Pode-se esperar que com a digitalização da saúde, pacientes, médicos e outros atores terão uma interação maior, em termos de maior proximidade do acompanhamento, tomadas de decisões e coordenação de cuidados compartilhados.

       
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