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Comércio de in vitro brasileiro agrada multinacional japonesa

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?O olho do japonês abre quando vê o crescimento do mercado de in vitro no Brasil.? É com esse bom humor e otimismo que a multinacional japonesa na área de equipamentos de medição e análise laboratorial vê o mercado de saúde brasileiro. A razão apontada pelo CEO da Horiba Brasil, Hamilton Ibanes, está na taxa de crescimento do mercado in vitro no país e outros países com mercados emergentes, que varia de 10% a 20% ao ano ? enquanto na Europa não passa de 6%.

A Horiba começou em 1997 a produzir reagentes no país e daqui são enviados para toda a América do Sul. Com um crescimento que variou de 20% a 25% ao longo desses anos, a Horiba faturou R$ 45 milhões em 2008 e produz atualmente 64 mil litros de reagentes por mês na fábrica que fica em São Paulo. Embora possua clientes de todos os portes, o foco da empresa nos últimos anos é nos laboratórios de médio porte, e principalmente no setor de coagulação e hematologia, que ocupam hoje 20% e 80% do faturamento respectivamente. ?O mercado de hematologia é mais concorrido e há uma guerra de preços muito grande?, avalia Ibanes. Já o setor de coagulação é o que mais tem crescido na empresa nos últimos dois anos. A atuação da Horiba na área começou em dezembro de 2006, quando assumiu a distribuição brasileira da linha de Hemostasia da francesa Stago, que possui uma linha completa de reagentes e equipamentos para todos os tipos de rotina e pesquisa. ?O crescimento no setor de coagulação se deve ao tamanho da concorrência, que é menor, e também porque a Stago possui a patente de uma metodologia reconhecida mundialmente?, esclarece o CEO da Horiba no Brasil.

O bom crescimento do setor de coagulação, no entanto, não tem impedido que a multinacional japonesa investisse em novos mercados no Brasil. A Horiba passou a focar também no campo da bioquímica voltada a laboratórios de médio porte. Segundo Ibanes, a perspectiva é de que a Horiba fature R$ 2 milhões no primeiro ano de atuação.

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