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A.C.Camargo Cancer Center e Grupo Fleury anunciam parceria para pesquisa em câncer

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O A.C.Camargo Cancer Center e o Grupo Fleury anunciam parceria para fortalecer a pesquisa em câncer e colaborar com o desenvolvimento da oncologia no Brasil e no mundo. São três projetos que visam ao diagnóstico precoce e à maior personalização do tratamento oncológico, perfis metabólicos e do sistema imune e aprimoramento no diagnóstico de tumores primários desconhecidos.

“Essa parceria soma expertises e tecnologias para um melhor desenvolvimento da pesquisa em câncer, além de agilizar o processo de transferência do conhecimento gerado para a prática clínica e benefícios diretos ao paciente com câncer. O paciente terá melhores estratégias de rastreamento de risco de desenvolver a doença, a melhor abordagem no tratamento com a Imunoterapia e na garantia de um diagnóstico adequado que permita o tratamento correto”, afirma Vilma Regina Martins, superintendente de Pesquisa do A.C.Camargo Cancer Center.

“A parceria entre as duas Instituições iniciou-se em fevereiro deste ano, quando o Fleury passou a ser o responsável pelos exames de análises clínicas dos pacientes do A.C.Camargo Cancer Center. A sinergia foi naturalmente estendida para a pesquisa científica, com um potencial em inovação no diagnóstico e tratamento oncológico que favorecerá a conduta médica, o paciente e a sustentabilidade do setor de saúde”, explica o diretor executivo Médico e Técnico do Grupo Fleury, Edgar Gil Rizzatti.

Imunoterapia

Entre os projetos aprovados está um voltado para a imunoterapia, linha que tem sido considerada o quarto pilar no tratamento do câncer, junto com a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. As imunoterapias, conhecidas como inibidores de “checkpoint”, trazem novas opções aos pacientes com câncer e são recomendadas para uso como primeira linha de tratamento em alguns tumores específicos, como o melanoma, e secundários em vários outros casos. Elas ativam o sistema imunológico do paciente para atacar o câncer. No entanto, existem duas questões que dificultam seu uso. Primeiro, nem todos os pacientes respondem às terapias e, segundo, alguns pacientes desenvolvem efeitos colaterais, como reações auto-imunes.

Portanto, no âmbito dos medicamentos imunoterapicos, o grande desafio é buscar nas células informações que indicam quais pacientes irão responder ou não ao tratamento. Para isso, o A.C.Camargo e o Grupo Fleury irão trabalhar com análise do perfil imune e metabólico do paciente.

“Com isso, podemos ver o que há em comum entre quem responde e quem não responde dentro dessas duas perspectivas e, assim, concentrar o uso do medicamento em quem realmente vai se beneficiar dele”, diz Kenneth Gollob, Líder do Grupo de Imuno-Oncologia do A.C.Camargo.

       
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