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Braincare demonstra no CBMI seu método não invasivo de monitorização da complacência cerebral e do pulso da pressão intracraniana

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A Braincare participa do XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva (CBMI), que acontece em São Paulo (SP), entre 29 de novembro e 1 de dezembro. A empresa vai demonstrar em seu estande para os médicos participantes do evento seu método pioneiro de acesso não invasivo, sem necessidade de cirurgia para inserção de cateter, à complacência cerebral (CC) e à morfologia do pulso da pressão intracraniana (PIC) e sua tendência ao longo de um período de tempo. O método abre novas perspectivas em termos de diagnósticos, tratamentos e pesquisas em relação a várias doenças, como cardiológicas, hepáticas, neurológicas. “Estamos diante de um novo sinal vital capaz de impactar a saúde de bilhões de pessoas”, afirma o CEO da Braincare, Plínio Targa.

A participação da empresa no CBMI proporciona aos médicos presentes no evento a oportunidade de conhecer e utilizar o método, testemunhando na prática sua eficiência e simplicidade. A monitorização não invasiva Braincare entrega informações sobre a complacência cerebral e a morfologia do pulso da pressão intracraniana expressa em dois gráficos: um mostra a morfologia da curva em intervalo de tempo de poucos segundos e o outro, a tendência da pressão ao longo de um período de tempo. Os dados são coletados por meio de um sensor não invasivo posicionado na cabeça do paciente. As informações são enviadas pela internet para o sistema da Braincare, que analisa até 16 parâmetros da curva. O método permite visualizar as informações de duas maneiras: em tempo real, em que o médico acompanha na tela do monitor os pulsos capturados pelo sensor, e por meio de relatórios da PIC, recebidos da plataforma em nuvem para serem visualizados impressos.

Quebra de um paradigma da Medicina

O desenvolvimento dessa solução revolucionária foi possível graças aos estudos do Professor Sérgio Mascarenhas de Oliveira, físico e químico brasileiro reconhecido por sua atuação em Ciência e Educação no Brasil e no exterior, que derrubou um dos pilares da Doutrina de Monro-Kellie, estabelecida há 200 anos, que afirmava que a caixa craniana é inexpansível nos adultos. Com base nesse pilar da doutrina, para ter acesso à PIC é preciso realizar uma cirurgia no crânio para inserir um sensor.

Diagnosticado, em 2005, aos 77 anos, com hidrocefalia, doença que provoca acúmulo de liquor em cavidades do cérebro, Mascarenhas fez uma cirurgia curativa para implantar uma válvula que drena o excesso de líquido e retornou a sua vida normal. Movido pelo inconformismo diante da realidade dos tratamentos invasivos realizou experimentos que provaram que o crânio é expansível e que essa deformação pode ser captada por fora. O resultado derrubou a afirmação referente à inexpansibilidade da caixa craniana e abriu espaço para o desenvolvimento do método Braincare.

Sobre a Braincare

A Braincare é uma startup brasileira que nasceu a partir do desenvolvimento de uma inovação disruptiva: método pioneiro no mundo capaz de acessar a complacência cerebral (CC), a morfologia do pulso da pressão intracraniana (PIC) e sua tendência ao longo de um período de tempo de maneira totalmente não invasiva. O propósito da empresa é desafiar os limites da Medicina para vivenciar histórias de saúde e felicidade e sua visão é estabelecer um novo sinal vital, acessível a todos, em qualquer lugar. No Brasil, a empresa conta com escritórios nas cidades de São Paulo e São Carlos, e nos Estados Unidos, em Atlanta.

É uma das sete startups aceleradas pela Singularity University em 2017, única brasileira, escolhida entre mais de 500 candidatas de todo o mundo. Além disso, foi finalista do Global Grand Challenge Awards by Singularity University, reconhecida pelo uso de tecnologias exponenciais para impactar positivamente a vida das pessoas em escala global, teve sua tecnologia exposta no Exponential Medicine 2017 e foi vencedora do prêmio INOVA Saúde 2017, da ABIMO. Em 2018, foi apontada no ranking 100 Startups to Watch 2018, um estudo das revistas PEGN e Época Negócios, da Editora Globo, e da Corp.VC, braço de corporate venture da consultoria EloGroup.

       
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