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B. Braun apresenta Omni: tecnologia inovadora para o tratamento agudo do sangue

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A atividade renal é uma das principais funções do corpo humano. Uma falha no sistema renal altera, significativamente, a vida de um paciente, levando-o a adicionar sessões de diálise em sua nova rotina.

Dados de uma pesquisa realizada pela B. Braun do Reino Unido revelam que, anualmente, cerca de 250 casos de insuficiência renal aguda ocorrem a cada um milhão de indivíduos. A terapia de substituição renal contínua (CRRT) é a modalidade de diálise que trata de pacientes hospitalizados em uma unidade de tratamentos intensivos (UTI), criticamente doentes, que apresentam lesão renal aguda (LRA). Em função das inúmeras particularidades, o cuidado voltado ao suporte renal desse paciente vem se transformando pouco a pouco e, cada vez mais, é preciso ter equipamentos dedicados para essa tarefa.

A B. Braun vem implementando há cerca de uma década no Brasil formas mais eficazes para a terapia de substituição renal. Para somar ao portfólio da empresa, a máquina Omni chega ao mercado brasileiro em setembro oferecendo soluções completas para o cuidado de pacientes graves, pacientes com lesão renal aguda que estejam principalmente em ambiente de terapia intensiva; e pacientes que necessitam de uma terapia mais precisa – os que não suportam ou toleram as terapias tradicionais de diálise em UTI.

A Omni é uma plataforma para terapias de depuração de sangue extracorpórea que além de hemodiálise, é capaz de realizar outras terapias, como por exemplo, ultrafiltração contínua, hemodiafiltração, terapias de adsorção, plasmaférese e até terapias de suporte pulmonar, como a recaptação de CO2 e conexão com outras plataformas como a ECMO. Ou seja, em único sistema, a Omni proporciona flexibilidade, segurança e precisão, de forma ágil e simplificada.

“O primeiro benefício da Omni é a usabilidade nesse ambiente. Profissionais de saúde, envolvidos nesse processo, podem prescrever e conectar um paciente em poucos minutos, mesmo sendo recentemente treinados à plataforma. Sua interface com usuário é intuitiva e traz com ela mais de duas décadas de desenvolvimento com o conhecimento adquirido pela B. Braun em suas outras plataformas. Outra questão importante é a precisão do equipamento. Esses pacientes são comumente instáveis e a precisão que equipamentos tradicionais conferem a eles é muito baixa, por vezes até desconhecida e negligenciada. A Omni possui um software que gerencia isso, inclusive gerando ações automáticas que nenhum outro equipamento do mercado dispõe”, explica Rubens Lodi, Médico Nefrologista e Consultor B. Braun.

Lodi ainda ressalta que a Omni conta com uma facilidade de aprendizagem operacional. “Treinamos médicos e enfermeiros dentro do ambiente tenso de uma UTI. Nesses hospitais há uma demanda imediata para esses pacientes, e esse tratamento pode significar a chance de recuperação e de vida para eles”. O Brasil é o segundo país da América Latina a receber esse tipo de tecnologia, o primeiro foi o Chile. Na Europa esse equipamento já existe há um ano e meio e melhorias nos processos de treinamento em equipes com alto turnover e no suporte dedicado aos pacientes, com menor trabalho para a equipe médica e de enfermagem, são as primeiras evidências percebidas.

“O lançamento da Omni representa claramente, uma liderança da B. Braun no seguimento de diálise, trazendo tecnologia de ponta, dos padrões mais exigentes da Europa para o Brasil. Entendemos que ao oferecer o que temos de melhor, nossos clientes e pacientes sentem-se seguros e valorizados; além disso, temos a certeza de que estamos colocando em prática a Visão do nosso negócio – proteger e melhorar a saúde das pessoas ao redor do mundo”, diz Rodrigo Barroso, Diretor da Divisão B. Braun Avitum.

       
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