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T-Systems quer triplicar faturamento no Brasil até 2016

By 9 de março de 2012 Mercado

No que depender do presidente da T-Systems Brasil, Dominik Yves Maurer, o faturamento da companhia no País irá triplicar dos atuais R$ 360 milhões (fechamento do ano fiscal 2011). Para isso, ele aposta em soluções de nuvem, telemedicina e sistemas para gerenciar e dar inteligência aos medidores digitais.
No caso dos projetos de smart grid, ele lembra que as medições passam a ser diárias e que, com isso, se ganha um controle superior ao existente atualmente. O executivo frisa também a possibilidade de se trabalhar com contas pré-pagas, da mesma forma que já acontece com telefonia móvel. Mas quando se entra na questão de pagamento e precificação ainda há uma dependência de questões regulamentares.
?No futuro, você terá equipamentos inteligentes para, por exemplo, não ter um consumo muito elevado em horários de pico?, comenta ao falar sobre como é possível economizar. Outro ponto defendido pelo executivo dentro deste tema é a implantação apenas de medidores digitais e não os tais inteligentes. Maurer argumenta que não há necessidade de se investir em equipamentos mais caros quando se pode deixar a inteligência dentro de um software que faz toda a gestão, como a plataforma ofertada pela T-Systems.
Serviço completo
No Brasil, já existe um protocolo de intenção entre a T-Systems e a Cemig, num projeto envolvendo também a Fitec, para fazer um piloto de smart grid, nessas condições propostas, com 200 clientes. Como não há nada formalizado, as cidades onde isso aconteceria não podem ser divulgadas. ?Na Alemanha já temos projetos e, por aqui, também instalamos os medidores digitais?, pontua.
Questionado se a companhia ambiciona fazer uma oferta conjunta no Brasil ? com plataforma de gestão e instalação de medidores ? o executivo diz que sim e que, inclusive, já conversa com alguns possíveis parceiros. ?Falamos com Diebold e Itautec para tocar esse serviço no Brasil.?
Outras duas áreas de aposta que a provedora mira para elevar sua receita são: sistemas aeroportuários e projetos de RFID. No caso dos aeroportos, Maurer quer aproveitar a privatização e entrar com sistemas que auxiliam em toda a gestão, exceto a segurança. A T-Systems já está em 70 aeroportos e quer levar essa experiência ao Brasil. O executivo garante que é possível fazer um controle melhor de portões, para não haver tantas trocas como acontece atualmente, e também das bagagens.
?É possível, também, enviar SMS sobre atrasos de voos ou, com aplicação de smartphone conectado ao GPS, informar quanto tempo a pessoa levará para chegar ao aeroporto e dizer: ?você tem que ir agora??, diz Maurer, citando outros serviços possíveis.
Já em RFID a ideia é pegar carona no programa do governo brasileiro Brasil ID (Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias) e ampliar o uso da tecnologia no País. Maurer acredita que, com governantes envolvidos, a tecnologia ? ainda cara no mercado brasileiro ? tende a se baratear. Entre os usos estariam projetos de rastreamento e contagem de mercados, por exemplo.
*O jornalista viajou a Hannover a convite da T-Systems

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