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SulAmérica e Healthways se associam pela saúde populacional

By 12 de março de 2015 Gestão, Mercado

Há pouco mais de três anos que o tema Gestão de Saúde Populacional entrou realmente na pauta do setor. Quem ainda não parou para olhar tal necessidade, é preciso correr, pois esse descuido tem impacto direto no custo da saúde e obviamente na falta de qualidade de vida das pessoas. Atenta à pertinência da questão, que ainda não tomou a consciência do segmento em geral, é que a SulAmérica anunciou nesta quinta-feira (12) sociedade com a norte-americana Healthways, provedora independente de soluções em saúde e bem-estar.

As empresas passam a ser sócias por meio da Healthways Brasil Serviços de Consultoria, cuja divisão do capital ficou em 49% da SulAmérica e 51% da Healthways. Desde o início de 2013, a gigante americana já participava da gestão de saúde dos beneficiários da seguradora brasileira, que hoje está com 2 milhões de vidas.

No final de 2013, realizamos um profundo debate sobre o tema, inclusive com a presença do superintendente de Gestão de Saúde da SulAmérica, Gentil Alves, e alguns apontamentos ficaram muito claros. Entre eles o de que é preciso o envolvimento dos gestores de empresas e seus respectivos departamentos de Recursos Humanos (RH) no cuidado da saúde dos funcionários e nas possibilidades de parcerias para isso, inclusive com as operadoras de planos de saúde.

“Quem ganha sobre produtividade tinha que estar extremamente preocupado com saúde dos funcionários, mas não é o que acontece”, disse na época o presidente do Conselho da Aliança para a Saúde Populacional (ASAP), Paulo Marcos de Souza. De acordo com pesquisa da Asap, a maior parte das empresas brasileiras não enxerga o valor de investir na saúde de sua população, pelo contrário, a veem como despesa. A mentalidade delas, segundo Souza, é de que ao oferecer um plano de saúde o seu papel já está sendo feito.

Enquanto uma seara de oportunidades é ignorada, as organizações sentem no bolso os crescentes reajustes anuais de planos coletivos, estabelecidos de maneira autônoma por cada operadora, impulsionados pela inflação médica, sempre muito superior ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Se muitas empresas ainda executam programas de saúde e bem estar sem um estudo adequado por detrás e, muitas vezes, se contentam em oferecer um plano de saúde, as segurados e operadoras estão fortalecendo suas atividades na área, que tem sido encarada como a saída para a melhor gestão dos sinistros. “Para as pessoas significa viver melhor e por mais tempo; para os empregadores, aumentar a produtividade dos colaboradores; para as operadoras de saúde, um novo caminho efetivo para o gerenciamento de riscos; e para a sociedade, uma abordagem fundamental para manter a vitalidade econômica”, explicou o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, em comunicado ao mercado.

A Healthways é quem vai gerenciar o negócio e será favorecida pela capacidade que a seguradora tem de abrir novos segmentos de mercado para soluções de bem-estar, tendo como alvo os empregadores, planos de saúde públicos e privados, prestadores e indivíduos em todo o Brasil.

Leia mais: Gestão da Saúde Populacional requer trabalho conjunto

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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