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Recall de medicamentos: um importante argumento para viabilizarmos a rastreabilidade

A todo momento somos avisados que a ANVISA proibiu a venda de um medicamento ou produto médico por motivos diversos, entre eles problemas de fabricação ou efeitos adversos. O mesmo costuma ocorrer dentro de unidades de saúde. Em algumas das situações, tratamentos podem ser comprometidos, bem como vidas. Para que estes processos de recall e acompanhamento dos pacientes submetidos aos tratamentos com produtos inadequados sejam bem realizados, é preciso investir em ações preventivas, ou seja, que antecipem a necessidade de rastreamento de acordo com as diferentes especificidades.

Segundo dados do boletim “Saúde e Segurança do Consumidor 2015”, da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), a quantidade de produtos defeituosos colocados no mercado de consumo em 2014 (dados mais recentes) foi de 161.041 para medicamentos e 158.328 para equipamentos para saúde.

Este é um poderoso argumento para olharmos com mais atenção e valor para a segurança do paciente quando temos um caso de recall de medicamentos ou suprimentos médicos, por meio do recurso da rastreabilidade.

Como não é segredo para quem atua neste segmento, há 7 anos foi criada, por meio de uma lei federal e revisada com a publicação da nova RDC nº 54/2013, o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos e os mecanismos e procedimentos para rastreamento, cuja implantação ainda caminha a passos lentos. Na área farmacêutica, apenas uma empresa adotou o sistema até hoje. No segmento de logística hospitalar, a UniHealth adotou o processo há 9 anos, ou seja, muito antes da RDC ser instituída. O que precisamos para evoluir? Ainda que investimentos em processos sejam necessários para a implantação do sistema de rastreabilidade, é notório o seu retorno.

Hospitais e municípios que já contam com o processo de rastreabilidade podem comprovar os ganhos, com uma visualização ampla e sistêmica de todos os seus insumos que revertem não apenas em segurança para seus clientes, mas em segurança e economicidade para suas instituições.

 

Domingos Gonçalves de Oliveira Fonseca

About Domingos Gonçalves de Oliveira Fonseca

Reconhecido por diversos anos seguidos como uma das personalidades mais influentes da saúde, nascido em Alqueidão (Portugal) e naturalizado brasileiro, Domingos Fonseca é administrador de empresas (PUC/SP), reconhecido empresário das áreas de transporte e logística e ex-Presidente da Associação Nacional do Transportes Rodoviário de Carga (NTC&Logística). Atual Presidente da UniHealth Logística Hospitalar, uma das principais empresas do setor de logística de produtos médicos e farmacêuticos da América Latina.

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