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Linkedin: quando dizer não à conexão

By 13 de junho de 2013 Mercado

Facebook, Twitter, Pinterest e outros similares fazem sentido profissional para algumas pessoas, mas não para outras.
A presença no LinkedIn passou por muitas mudanças nos últimos tempos, mas de modo geral, continua sendo: a principal rede social e espaço de colaboração para pessoas que querem fazer e desenvolver contatos profissionais e a própria carreira. O que não é tão claro no LindedIn é o quanto sua rede deve se estender. Sim, ter muitos contatos parece bom em seu perfil, mas todo contato é um bom contado? Alguns deles poderiam te prejudicar de alguma forma?
Existem duas linhas de pensamento sobre essa questão, de acordo com Ari Lightman, professor na Universidade Carnegie Mellon e diretor do CIO Institute. ?Se você for um networker aberto, faz sentido se conectar ao maior número possível de pessoas ? isso amplia sua rede e te oferece um alcance que pode ser útil e gerar melhor visibilidade?, disse ele. ?Por outro lado, se você não conhece a pessoa, você não deve se conectar?.
Lightman disse que os argumentos para ser mais seletivo na hora de escolher seus contatos são baseados em relevância e segurança. ?Quanto mais gente, mais difícil se torna receber informações que realmente podem ter algum valor para você?, ele afirma. ?Outro argumento em favor do não é que você fica vulnerável a spams vindos de pessoas que querem vender produtos e serviços. Isto é comum, e muitas pessoas simplesmente ignoram. Mas, quando existe intenção maliciosa ? digamos, uma tentativa de phishing ? o clique em um link pode carregar um vírus em seu sistema. Tem havido muitos pedidos falsos de conexão infectando usuários desavisados com ataques de vírus?.
E, conforme o LinkedIn e outras redes sociais pedem cada vez mais informações pessoais, as pessoas podem querer se conectar para executar roubos de identidade.
?É muita informação que pode ser minada por alguém que queira recriar sua identidade, incluindo histórico profissional?, disse Lightman. ?Expor suas informações para uma grande comunidade é oferecer acesso fácil a muitos dados sobre você que podem ser usados maliciosamente. O LinkedIn, assim como outras redes sociais, tenta controlar isso permitindo que as pessoas ajustem configurações de privacidade. E acaba caindo, mais uma vez, no clássico caso de troca entre abertura/transparência versus mitigação de risco.?
Além disso, a conexão indiscriminada não é apenas uma ameaça para você; pode ser, também, uma ameaça para sua empresa e seus colegas, de acordo com o consultor de segurança Brad Causey.
?O LinkedIn é uma mina de ouro de exploração e oportunidades de ataque?, disse ele. ?Uma vez conectado, competidores terão acesso a suas outras conexões, e podem, facilmente, dissecar o quadro organizacional da empresa. Isso pode levar a esforços intencionados de recrutamento ou, até mesmo, insight sobre processos proprietários. Além de insight e exploração entre concorrentes, campanhas de phishing disseminadas permitem que grupos falsos ou perfis falsos mirem funcionários específicos de empresa para acordos e negociações?. No entanto, Bruce Hurwitz, presidente e CEO da Hurwitz Strategic Staffing, alerta que a recusa de convites pode afastar oportunidades que você sequer imagina.
?Uma vez, fiz uma busca por um economista em Columbus, Ohio?, contou Hurwitz. ?Eu não conheço ninguém em Columbus. Então, mandei uma mensagem para todos os meus contatos de primeiro grau em Columbus. Eu encontrei um candidato. Agora, como recrutador, a forma tradicional de fazer negócio seria ligar para instituições financeiras e universidades e ver se encontrava alguém. Mas, usei o LinkedIn. A pessoa que me recomendou o candidato era dona de um salão de beleza. Uma das clientes era casada com um economista. Nunca, em um milhão de anos, eu teria ligado para um salão de beleza em Columbus para encontrar um economista. Mas, pelo LinkedIn, foi possível encontra-lo. E este é o melhor exemplo que posso dar para defender o porquê de não limitar a rede?.
Jake Wengroff, fundador e principal analista da empresa de consultoria de negócio social JXB1, observou que esta questão não é novidade. Na verdade, disse ele, é uma questão que divide opiniões há anos, e que as pessoas ainda podem ver de forma diferente, dependendo do ponto em que estão na carreira. ?Se fechar para pessoas pode fazer sentido quanto você está feliz, bem empregado, mas o que acontece quando as circunstancias mudam??, disse ele.
Ele acrescentou que se conectar a estranhos melhora os resultados das buscas no LinkedIn, especialmente quando se procura emprego ? conforme aumentam as conexões, aumentam as listas de ofertas em emprego.
Dito isso, Wengroff e outros observaram que é importante dar uma vasculhada quando se recebe um novo convite de alguém desconhecido ? especialmente quando as informações no perfil forem vagas.
?Quando eu recebo convite de um desconhecido?, disse Wengroff, ?eu encontro o e-mail de alerta na minha caixa de entrada e respondo com uma breve mensagem dizendo, ?Oi, obrigado pelo convite para conexão no LinkedIn. Como você me encontrou??. Isso me ajuda a determinar se é ou não uma boa ideia me conectar com aquela pessoa. É aleatório, mas eu conheci cerca de 10 pessoas que se deram ao trabalho de responder a mensagem e explicar porque queriam se conectar comigo?.
Hurwitz disse que aceita todos os convites, com algumas exceções.
?Eu aceito convite de todos?, disse ele. ?Se eu tiver um concorrente que queira se conectar comigo, tudo bem. Não é um problema para mim. Eles receberão tweets e atualizações sobre o que estou fazendo, e é assim que construo minha reputação no meu setor. No entanto, não aceito convites de indivíduos com fotos provocantes ou que sejam membro da ?indústria de filmes adultos?, porque eu me importo com minha reputação?.
Qual é a sua estratégia para se conectar no LinkedIn? Você precisa conhecer a pessoa que faz o convite ou você joga as preocupações ao vento para que sua rede cresça o máximo possível

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