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IBCC apresenta novo tratamento para câncer de pele

By 27 de setembro de 2004 Mercado

IBCC apresenta novo tratamento para câncer de pele

By 27 de setembro de 2004 Mercado

IBCC apresenta novo tratamento para câncer de pele

By 27 de setembro de 2004 Mercado

O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) está apresentando mais uma opção do tratamento da doença. O setor de Medicina Nuclear da instituição acaba de publicar um estudo em que confirma que uma substância radioativa – chamada fitato marcado com tecnécio – pode ser usada, em doses mínimas, em exames para localização do linfonodo sentinela nos casos de câncer de pele melanoma. O linfonodo sentinela é o primeiro gânglio a receber as células do tumor e espalhá-las pelo corpo (metástase). Segundo a chefe do setor no IBCC, Márcia Garrido Tavares, a retirada deste gânglio permite avaliar o estágio da doença e a programação de um tratamento mais eficiente.
Há pouco mais de uma década, os oncologistas no Brasil puderam passar a contar com mais essa arma contra a metástase de um câncer e sua possível cura. Uma equipe multidisciplinar aplica uma injeção subcutânea de fitato próximo ao tumor do paciente em estágio inicial para detectar onde está o linfonodo sentinela. A partir daí, durante a cirurgia de extração do tumor um aparelho portátil (gamma-probe) auxilia o médico a detectar o linfonodo, completando o tratamento local.
No caso do melanoma, o IBCC pesquisou, de 1998 a 2003, em mais de 130 pacientes a utilização do fitato para localizar o linfonodo sentinela. Com a comprovação da eficácia de seu uso, a substância, produzida no Brasil, pode ser usada com sucesso.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o melanoma representa apenas 4% dos tipos de câncer de pele, mas é o mais grave na especialidade, em razão da sua alta probabilidade de metástase. No Brasil o câncer de pele tipo melanoma atinge mais de quatro mil pessoas a cada ano, das quais mais de 1.100 acabam em óbito, segundo estimativas do Inca em 2003. O câncer de pele melanoma é causado, na sua grande maioria, pela radiação solar ultravioleta e por fatores hereditários.

O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) está apresentando mais uma opção do tratamento da doença. O setor de Medicina Nuclear da instituição acaba de publicar um estudo em que confirma que uma substância radioativa – chamada fitato marcado com tecnécio – pode ser usada, em doses mínimas, em exames para localização do linfonodo sentinela nos casos de câncer de pele melanoma. O linfonodo sentinela é o primeiro gânglio a receber as células do tumor e espalhá-las pelo corpo (metástase). Segundo a chefe do setor no IBCC, Márcia Garrido Tavares, a retirada deste gânglio permite avaliar o estágio da doença e a programação de um tratamento mais eficiente.
Há pouco mais de uma década, os oncologistas no Brasil puderam passar a contar com mais essa arma contra a metástase de um câncer e sua possível cura. Uma equipe multidisciplinar aplica uma injeção subcutânea de fitato próximo ao tumor do paciente em estágio inicial para detectar onde está o linfonodo sentinela. A partir daí, durante a cirurgia de extração do tumor um aparelho portátil (gamma-probe) auxilia o médico a detectar o linfonodo, completando o tratamento local.
No caso do melanoma, o IBCC pesquisou, de 1998 a 2003, em mais de 130 pacientes a utilização do fitato para localizar o linfonodo sentinela. Com a comprovação da eficácia de seu uso, a substância, produzida no Brasil, pode ser usada com sucesso.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o melanoma representa apenas 4% dos tipos de câncer de pele, mas é o mais grave na especialidade, em razão da sua alta probabilidade de metástase. No Brasil o câncer de pele tipo melanoma atinge mais de quatro mil pessoas a cada ano, das quais mais de 1.100 acabam em óbito, segundo estimativas do Inca em 2003. O câncer de pele melanoma é causado, na sua grande maioria, pela radiação solar ultravioleta e por fatores hereditários.

O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) está apresentando mais uma opção do tratamento da doença. O setor de Medicina Nuclear da instituição acaba de publicar um estudo em que confirma que uma substância radioativa – chamada fitato marcado com tecnécio – pode ser usada, em doses mínimas, em exames para localização do linfonodo sentinela nos casos de câncer de pele melanoma. O linfonodo sentinela é o primeiro gânglio a receber as células do tumor e espalhá-las pelo corpo (metástase). Segundo a chefe do setor no IBCC, Márcia Garrido Tavares, a retirada deste gânglio permite avaliar o estágio da doença e a programação de um tratamento mais eficiente.
Há pouco mais de uma década, os oncologistas no Brasil puderam passar a contar com mais essa arma contra a metástase de um câncer e sua possível cura. Uma equipe multidisciplinar aplica uma injeção subcutânea de fitato próximo ao tumor do paciente em estágio inicial para detectar onde está o linfonodo sentinela. A partir daí, durante a cirurgia de extração do tumor um aparelho portátil (gamma-probe) auxilia o médico a detectar o linfonodo, completando o tratamento local.
No caso do melanoma, o IBCC pesquisou, de 1998 a 2003, em mais de 130 pacientes a utilização do fitato para localizar o linfonodo sentinela. Com a comprovação da eficácia de seu uso, a substância, produzida no Brasil, pode ser usada com sucesso.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o melanoma representa apenas 4% dos tipos de câncer de pele, mas é o mais grave na especialidade, em razão da sua alta probabilidade de metástase. No Brasil o câncer de pele tipo melanoma atinge mais de quatro mil pessoas a cada ano, das quais mais de 1.100 acabam em óbito, segundo estimativas do Inca em 2003. O câncer de pele melanoma é causado, na sua grande maioria, pela radiação solar ultravioleta e por fatores hereditários.

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