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Brasil realiza primeiro transplante com sangue de cordão de doador brasileiro

By 14 de outubro de 2004 Mercado

Brasil realiza primeiro transplante com sangue de cordão de doador brasileiro

By 14 de outubro de 2004 Mercado

O Ministério da Saúde acaba de anunciar a realização do primeiro transplante de medula óssea (TMO) do País que teve como fonte o sangue de cordão umbilical de um doador brasileiro. O procedimento, efetuado no Hospital Amaral Carvalho, de Jaú (SP), instituição filantrópica que desde 1996 realiza transplante de medula óssea pelo Sistema Único de Saúde (SUS) representa um marco, já que o país sempre precisou recorrer a amostras de sangue em bancos no exterior. O sangue de cordão umbilical compatível utilizado no transplante foi descoberto há duas semanas entre os 700 cordões armazenados no Banco de Cordão Umbilical do Instituto Nacional do Câncer (Inca) ? a primeira unidade pública do país e um dos bancos que compõe a Rede Pública de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário ? Brasilcord, que foi inaugurada no mês passado pelo Ministério da Saúde.
O receptor é uma criança de nove anos que desenvolveu leucemia linfóide aguda. Há um ano esse paciente aguardava por um doador compatível. O Amaral Carvalho, unidade dedicada ao tratamento do câncer, tem 12 leitos para a realização de TMO. O transplante foi coordenado pelo médico Virgílio Antônio Rensi Couturato.
De acordo com o ministério, quando estiverem em funcionamento, os bancos de sangue de cordão umbilical garantirão que 100% das diversidades biogenéticas dos brasileiros estejam representadas. Isto implica que quase a totalidade dos pacientes poderá encontrar no Brasil doadores compatíveis para a realização de transplante de medula óssea. Atualmente, a demanda por transplante de medula óssea no país é de três mil pacientes por ano. Desse total, 1,1 mil transplantes são realizados anualmente pelo SUS.
Em função da implantação da Brasilcord, o Ministério da Saúde aumentará o número de leitos para realização de transplantes alogênicos não-aparentados devido ao incremento na oferta de possíveis doadores. Este ano, dois novos serviços de transplante de medula óssea alogênico não-aparentado foram incorporados ao SUS, acrescentando mais sete leitos aos já existentes. Hoje, somados os novos, o país conta com 19 leitos destinados a esse serviço.

O Ministério da Saúde acaba de anunciar a realização do primeiro transplante de medula óssea (TMO) do País que teve como fonte o sangue de cordão umbilical de um doador brasileiro. O procedimento, efetuado no Hospital Amaral Carvalho, de Jaú (SP), instituição filantrópica que desde 1996 realiza transplante de medula óssea pelo Sistema Único de Saúde (SUS) representa um marco, já que o país sempre precisou recorrer a amostras de sangue em bancos no exterior. O sangue de cordão umbilical compatível utilizado no transplante foi descoberto há duas semanas entre os 700 cordões armazenados no Banco de Cordão Umbilical do Instituto Nacional do Câncer (Inca) ? a primeira unidade pública do país e um dos bancos que compõe a Rede Pública de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário ? Brasilcord, que foi inaugurada no mês passado pelo Ministério da Saúde.
O receptor é uma criança de nove anos que desenvolveu leucemia linfóide aguda. Há um ano esse paciente aguardava por um doador compatível. O Amaral Carvalho, unidade dedicada ao tratamento do câncer, tem 12 leitos para a realização de TMO. O transplante foi coordenado pelo médico Virgílio Antônio Rensi Couturato.
De acordo com o ministério, quando estiverem em funcionamento, os bancos de sangue de cordão umbilical garantirão que 100% das diversidades biogenéticas dos brasileiros estejam representadas. Isto implica que quase a totalidade dos pacientes poderá encontrar no Brasil doadores compatíveis para a realização de transplante de medula óssea. Atualmente, a demanda por transplante de medula óssea no país é de três mil pacientes por ano. Desse total, 1,1 mil transplantes são realizados anualmente pelo SUS.
Em função da implantação da Brasilcord, o Ministério da Saúde aumentará o número de leitos para realização de transplantes alogênicos não-aparentados devido ao incremento na oferta de possíveis doadores. Este ano, dois novos serviços de transplante de medula óssea alogênico não-aparentado foram incorporados ao SUS, acrescentando mais sete leitos aos já existentes. Hoje, somados os novos, o país conta com 19 leitos destinados a esse serviço.

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