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Renato Garcia: “O cenário econômico pede por eficiência”

By 6 de maio de 2016 Sem categoria

Um dos consensos entre os players que estavam na Jornada Paulista de Radiologia é a incerteza do cenário atual de saúde. O setor não se paga e com isso é importante oferecer soluções e suportes para aumentar a eficiência das empresas.

Foto 1Conseguimos conversar com o diretor de saúde da Philips, Renato Garcia, durante a feira. Ele explicou o que a organização tem trabalhado para suprir as demandas de mercado e os problemas de ineficiência. Por isso, a tecnologia precisa se converter essencialmente em produtividade e nem sempre o equipamento precisa estar envolvido.

A tradicional empresa de luz, Philips, vem buscando se consolidar como uma empresa cem por cento de saúde, a partir da venda de software e equipamentos para cada parte da vida do paciente, do começo ao fim. Desde o ultrassom, anterior a vida, até o equipamento Homecare para pacientes sênior.

“Ampliamos nossa tecnologia para entregar solução ao cliente. A solução financeira, por exemplo, nosso software dá suporte para o hospital trabalhar melhor o fluxo de caixa dele, até porque o cenário econômico pede por isso, está mais difícil conseguir crédito atualmente.” Comenta Renato fazendo uma observação de mercado.

O diretor explicou sobre o software Tasy, um produto brasileiro adquirido em 2012 como a promessa da Philips para ser o prontuário médico eletrônico, auxiliando todo o sistema de saúde, seja hospital, laboratório, centro de radiologia e diagnóstico. A receptividade da plataforma foi tanta que é hoje, o Tasy é globalmente utilizado como ferramenta de Eletronical medical records, o prontuário eletrônico, em português.

“O Tasy nasceu em Blumenau, lá temos quinhentas pessoas trabalhando em programação. Além disso estamos trabalhando para ampliar o centro de pesquisa para a capacidade de mil pessoas”, explicou Renato em como a empresa investe seu foco em software e em desenvolvimento.

Os clientes da Philips podem adquirir um serviço modular em que aos poucos a programação vai resolvendo os gaps da gestão. E o pagamento é pelo serviço de suporte da Philips, ou seja, o Software e não o aparelho propriamente dito.

“Você meio que aluga como um serviço modular, como um netflix mensalmente”, compara Garcia. O valor de investimento em ativo fixo é reduzido consideravelmente para o cliente, o que supre a incerteza do mercado de saúde e com isso a instituição não precisa sofrer tanto impacto com as variações de demanda.

Leia mais sobre a Jornada Paulista de Radiologia aqui. Esse artigo faz parte de uma série de entrevistas que fizemos com diferentes executivos de soluções na feira.

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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