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Tendências em Saúde: o que sua empresa estará fazendo daqui a 10 anos?

By 21 de outubro de 2015 Colunas, Infográficos, Mercado
evolucao-futuro-tecnologia

“Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa tudo sempre passará (…) Tudo que se vê não é do jeito que a gente viu há um segundo, tudo muda o tempo todo no mundo”.

Você deve se lembrar: essa é uma canção que estourou nos anos 80. Mas que a bem da verdade deveria ser a trilha sonora dos nossos tempos.

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Quando falamos em mundo digital, a única certeza absoluta que temos hoje é a de que podemos estar errados com relação ao futuro. Talvez seja por isso que o tal do “longo prazo” esteja ficando cada vez mais raro nas empresas. Pouco se fala nele.

Muito do que se dava como certo há dez anos, não aconteceu – pelo menos não com toda aquela força imaginada. Enquanto isso, muita coisa que não se imaginava, acabou surgindo e pegando meio mundo de calça curta.

Peguemos o exemplo da música. Quando todo o mercado acreditou que havia entendido que o jeito de ganhar dinheiro no meio digital era vendendo download de MP3, o modelo de negócio mudou para o Streaming – que hoje já representa o mesmo em faturamento que o formato MP3. Segundo o Credit Suisse, em 2020 o Streaming (Deezer, Google Play etc) irá faturar US$ 20B sozinho contra US$ 5B do MP3 e Físico juntos.

Fazer o que? Bem, não dá para ter certeza de nada, mas um santo remédio para não tomar um susto desses de novo é ajudar a co-criar o futuro. Ficar no convés procurando um iceberg com binóculos para então desviar dele não funciona. Até porque o novo é inevitável.

Uma coisa interessante que cada vez mais empresas grandes estão fazendo, dentro e fora da área de Saúde, é pular na água fria e ajudar a construir o bloco de gelo. Pode parecer um contra-senso. Mas o fato é que elas pretendem estar vivas daqui a dez anos. E não querem ver seu valor de mercado derreter tão rápido.

Então vão construindo suas próprias aceleradoras (como a Cia. Porto Seguro), patrocinando aceleradoras já existentes (como a Berrini), organizando Hackatons ou adquirindo startups prontas e já testadas (como fez essa semana o grupo de Educação Kroton ao adquirir a Studiare).

O info que escolhi essa semana joga um pouco de luz nessa questão da mudança. Ele mostra que o famoso quinteto internet – social – mobile – cloud – big data é apenas a base para o que está por vir. E muita coisa virá. Saber interpretar tudo isso à luz do comportamento humano (que é uma questão crucial), dos modelos de negócio possíveis (que é uma questão nevrálgica) e da aderência ao ambiente de negócio existente (por exemplo, Saúde) é a lição de casa de quem quer vazar rápido de um novo Titanic. Valeu!

Muitas das inovações apresentadas abaixo são consideradas tendências em saúde: 

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Istvan Camargo

About Istvan Camargo

Atualmente conectado ao universo da Medicina Diagnóstica, tendo ingressado no Grupo Sabin em 2018, Istvan Camargo vem inovando na Saúde há mais de 10 anos. Já desenvolveu serviços e estratégias de impacto para Operadoras de Saúde, Farma e Clínicas Populares. Foi pioneiro na criação de redes sociais de saúde, tendo criado cases de sucesso para grandes centros de pesquisa científica e grupos de apoio a pacientes crônicos. Realizou +30 palestras sobre temas ligados à Saúde Digital em conferências como Social Media Week, Campus Party e Health 2.0 LATAM.

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