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Parecer digital vs ser digital

By 3 de novembro de 2014 Infográficos, TI e Inovação
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Sempre que uma tendência surge com força no oceano vermelho dos negócios é natural ver empresas e gestores surfando a onda do momento com espalhafato, exibindo para clientes, fornecedores e concorrentes que estão antenados e com musculatura para se adaptar às mudanças do mercado.

Passado o hype do momento, entretanto, não são poucas as que deixam que o repentino entusiasmo morra na praia, transformando todo seu investimento, tempo e energia arrebentar na areia e virar espuma.

Com o Digital não é diferente. É muito comum ver iniciativas sendo anunciadas por empresas de diversos segmentos apostando na vibe de temas como social, mobile e datafication, mas que, ao final do dia, servem apenas para mostrar que, se por um lado elas já têm conexão de dados, falta-lhes, por outro lado, conexão com os novos tempos.

O infográfico que escolhi para apresentar essa semana foi elaborado pela Accenture e mostra de uma maneira visualmente muito bem estruturada as 4 novas práticas que deverão influenciar o jeito das organizações trabalharem nos próximos 5 anos e serão decisivas para que ela sejam de fato organizações digitais, e não apenas na aparência.

Repare que o segmento de Saúde é considerado um alvo de alto impacto na adoção de todas as práticas listadas pela consultoria o que comprova mais uma vez a importância da revolução digital nas empresas do setor.

A primeira prática listada no painel é a descentralização na tomada de decisão, o que significa conferir mais autonomia e agilidade às pontas onde os eventos ocorrem, além de reduzir custos pouco racionais. Se isso já é verdade em segmentos como lojas de conveniência (como no exemplo citado), imagine num Centro Clínico, numa Maternidade ou num Pronto Socorro.

A segunda prática listada é a adaptação em tempo real, o que aumenta a flexibilidade operacional e a produtividade – ao mesmo tempo em que exige maior transdisciplinaridade e lógica sistêmica das pessoas e suas organizações.

A terceira prática é a recombinação entre pessoas e máquinas o que significa processos mais rápidos, preditivos e menos sujeitos a erros, num contexto onde surgem com força conceitos como learning machines e inteligência artificial.

A quarta e última prática – que talvez receberá alguma resistência das empresas que prestam assistência de saúde –  é o design orientado a experimentação, onde o nível de improviso é alto. Isso porque nesse universo há uma certa aversão ao risco – que é derivada da própria natureza do negócio e do fato de se trabalhar debaixo de uma regulamentação rígida e de diversos protocolos pré-estabelecidos.

Enfim o infográfico alerta para o fato de que as práticas apresentadas podem ser adotadas individualmente ou em diferentes combinações. Com isso espera-se que as empresas deixem um pouco de lado suas pranchas, como dito no começo do artigo, e mergulhem fundo na busca por transformações nas quais realmente acreditam.

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Istvan Camargo

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