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Criar uma solução em mHealth para Android ou iOS?

By 19 de novembro de 2014 Hospital
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Quando pensamos em aplicativos criados para mobile, a maioria das soluções que temos em mente são criadas para Apple primeiro e, em seguida, Android. No entanto, se você pensar em ter um aplicativo a nível global, o conselho de Rich Wong, sócio da Accel Partners, a melhor saída é começar pelo Android – pelo  menos para ser investido pela firma dele.

Ele está com a Accel Partners desde 2006 e já investiu na Admob e na 3LM, duas empresas adquiridas pelo Google, na MoPub, adquirida pelo Twitter, e na Parature, adquirida pela Microsoft.

Ele explicou que, enquanto a “Apple é forte no Vale do Silício, que é de onde o investimento vem”, sua empresa investe em aplicativos e devices com potencial global. Em termos de divisão de mercado, os pontos são cerca de 80/20 para o Android. E já que os provedores que usam ferramentas de mHealth querem o maior número possível de clientes atnigidos, eles preferem escolher o Android.

Mesmo que o Android tenha uma porcentagem de mercado maior, os desenvolvedores de aplicativos de saúde têm começado o seu trabalho por aplicativos para iOS. Há poucos exemplos de startups de alto nível que começaram seus produtos no ambiente Android. A RindMD, por exemplo, acabou de lançar um aplicativo de telemedicina que só funciona em Android. Segundo a empresa, eles decidiram começar com o Android, porque a plataforma está começando a ter popularidade fora dos Estados Unidos.

“Nós decidimos lançar em Android primeiro, porque, baseado no nosso mercado asiático e global, há muito mais flexibilidade para experimentar e customizar. É um grande desafio técnico que nós superamos e o Android nos dá maior flexibilidade para resolver problemas e customizar o app, enquanto o iOS é mais limitador. Mas, mais importante, o Android está crescendo exponencialmente e nós queremos entrar e pegar nossos usuários que usam predominantemente Android e servi-los primeiro.”, disse o CEO da RingMD, Justin Fulcher, para o MobiHealthNews.

Muitas empresas, no entanto, como a Nike e a Misfit, levam vários meses ou alguns anos para lançar uma versão de seus aplicativos para Android em relação à versão criada para iOS.

Recentemente, Apple e Android iniciaram uma competição para desenvolvimento de plataformas de compartilhamento e armazenamento de dados de saúde. A plataforma da Apple já conta com mais de 137 aplicativos de saúde integrados com aplicativos que medem batimentos cardíacos, peso, pressão arterial e nutrição, dentre outros. Alguns dos parceiros de mHealth da Apple podem ser considerados a Mayo Clinic e a Epic System.

No final do ano, a Google lançou a sua plataforma, chamada de HealthKit, também conhecida como GoogleFit. O aplicativo usa sensores em Android para medir índices relacionados a caminhadas, corridas e percursos de bicicleta. Eles também agregam dados de outros devices fitness, como Runtastic, Strava e Withings, por exemplo.

Na semana passada, a Samsung anunciou novos parceiros que estão trabalhando com sua nova plataforma de saúde, chamada de Samsung Digital Health Platform. Dentre eles, temos  Aetna, Cigna, Cleveland Clinic, Humana, Fitbug, Lark, Merck e WellDoc.

Fonte da imagem aqui.

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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