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Como foi a evolução da mHealth nos últimos cinco anos?

By 25 de fevereiro de 2015 Hospital
Aplicativo médico Figure 1, um instagram da saúde

Desde o lançamento do iPhone, muito foi criado para os smartphones e algumas dessas coisas já facilitam ou prometem facilitar a vida do profissional de saúde. Nos Estados Unidos, mais de 60% da população possui um smartphone. No Brasil, 84% da população possui um telefone celular e cerca de 36% deste total tem um smartphone.

Na classe médica, este número é ainda maior e o uso do device é visto tanto na vida pessoal quanto profissional deste grupo. O Brasil apresenta algumas peculiaridades legislativas, que impedem muitos avanços, como no caso de telemedicina, e estruturais, como a viabilidade de Internet em todos os locais.

Algumas das tendências abaixo podem ser vistas no mundo inteiro e, no Brasil, em maior ou menor nível:

Envio de mensagem seguro:

O uso de tecnologia não-criptografada para envio de mensagens fere as diretrizes de segurança da HIPAA, modelo de segurança proposto pelos EUA para garantir alguns pré-requisitos no compartilhamento de informações. No entanto, é bastante comum o envio desde tipo de mensagem devido a sua simplicidade e, entre ferir uma diretriz HIPAA ou arriscar a segurança do paciente ao não conseguir tirar uma dúvida, o profissional prefere infringir a legislação.

Hoje já é possível conversar com profissionais em ambientes seguros e com garantia de privacidade, apesar da ferramenta não ser usada tanto quanto deveria pela maioria dos profissionais.

Aplicativos técnicos:

Há milhares de aplicativos criados para facilitar a vida dos profissionais de saúde: desde interações medicamentosas a aplicativos específicos para especialidades. Certamente, estes aplicativos serão aprimorados ao longo dos anos e a prática médica poderá ser facilitada com novas ferramentas.

Aplicativos clínicos:

Aplicativos que auxiliam no controle dos pacientes, quando estes têm risco de cair do leito, por exemplo, estão, cada vez mais, fazendo parte do dia a dia médico. Eles contribuem para a melhoria do fluxo de trabalho, dando aos médicos acesso imediato a dados importantes e liberando-os do tempo consumido com a procura.

Ferramentas para cuidadores:

Ter uma solução de mHealth específica para comunicação entre médicos e cuidadores é de alto valor para o tratamento e evita visitas desnecessárias à facilidade médica, sendo um canal direto com o profissional. A segurança do paciente em uma situação em que o cuidador está a alguns cliques de distância de seu médico é de grande importância.

Prontuários mobile:

Alguns médicos vêem o prontuário eletrônico como algo que atrapalha o dia a dia e, muitas vezes, ele não vem para substituir o papel, mas para acrescentar mais trabalho. Uma das ideias é de que o acesso seja melhor aceito em um smartphone, por sua característica móvel e de fácil acesso.

Alguns serviços estão vindo para que o profissional tenha maior autonomia, melhor comunicação e mais precisão no cuidado ao paciente e estas cinco tendências parecem auxiliar em todos estes pontos.

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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