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Entenda mais sobre Saúde Baseada em Valor

Tratamentos excessivos gerados por incentivos indevidos, custos e orçamentos descontrolados, dados desorganizados, falta de acompanhamento longitudinal do paciente. Esses são alguns dos tópicos que sempre vêm à tona nos sistemas de saúde quando falamos no modelo baseado em serviço.

No tradicional modelo de pagamento por serviço, os provedores são pagos pela quantidade de procedimentos que realizam. Com isso, prestadores são estimulados a pedir mais exames e procedimentos, além de serem recompensados diretamente com o volume de atendimento, já que a experiência do paciente não é levada em consideração. Os cuidados baseados em valor surgiram como uma alternativa para substituir o modelo baseado em serviços, já que leva em conta a qualidade, e não a quantidade.

O cuidado baseado em valor é impulsionado por dados, pois os provedores precisam reportar aos pagadores métricas específicas e demonstrar melhorias, tanto em termos clínicos, quanto em experiência do usuário. Nesse modelo, os prestadores são pagos de acordo com os resultados que proporcionam para os pacientes, há medicina baseada em evidências, envolvimento no tratamento, e principalmente correspondência de incentivos entre todos da cadeia.

A transição do modelo de serviço para o modelo de valor entra em um dos maiores desafios financeiros nos sistemas de saúde: como ajustar o pagamento. Há, porém, um grande movimento entre os principais players do setor no desenvolvimento de projetos baseados em valor. Até o final deste ano, segundo a United Healthcare, mais de US$ 65 bilhões serão vinculados, no mercado americano, a contratos baseados em valor. Além disso, à medida que o movimento ganha impulso, projeta-se que a adoção de cuidados baseados em valor responda por cerca de 59% dos pagamentos de cuidados de saúde até 2020, de acordo com o Relatório de Tendências de Cuidados de Saúde 2018 da Aetna.

O conceito não é novo: existe desde 2006, quando Michael Porter publicou o livro Repensando a Saúde: Estratégias para Melhorar a Qualidade e Reduzir os Custos. Desde então, há uma movimentação do setor, especialmente por onde começar a mudança e como fazê-la de forma transparente e justa com todos os elos. O valor é definido como o resultado para o paciente, envolvendo a qualidade do serviço e sua experiência, dividido pelo custo envolvido no tratamento. Os cuidados baseados em valor focam na maximização da equação.

Segundo Porter, a saúde baseada em valor é uma iniciativa de reestruturação dos sistemas de saúde em todo o mundo, cujo objetivo global é ampliar o valor para os pacientes, conter a escala de custos e oferecer mais conveniência e serviços aos clientes. Ele descreve a transformação do cuidado com base em seis elementos inter-relacionados: organizar suas unidades em práticas integradas, medir resultados e custos para cada paciente, mover os pagamentos para ciclos de cuidado, integrar os cuidados entre os serviços de saúde, expandir o acesso a serviços de excelência, e por fim, ter acesso a uma plataforma de TI que atue como facilitadora no processo.

Como as atividades de cuidado são interdependentes, o valor para os pacientes geralmente é revelado apenas com o tempo e se manifesta em resultados à longo prazo. A única maneira de medir com precisão o valor, então, é acompanhar os resultados e custos do paciente de forma longitudinal. O valor move a cadeia a realizar decisões responsáveis e realizar de fato um gerenciamento clínico, com iniciativas que promovam a saúde do indivíduo. Quanto mais coordenado, apropriado e eficaz o tratamento, melhores são as recompensas, e maior é a sustentabilidade econômica do setor.

A questão está longe de ser fácil e envolve assuntos políticos e éticos em seu debate. Enquanto emocionalmente se deseja que médicos realizem todos os procedimentos possíveis para seus pacientes, independente dos custos, racionalmente deve-se pensar que um esforço isolado pode prejudicar centenas de outras vidas, gerar desperdícios ou até situações financeiras irreversíveis para a família do indivíduo.

Como o valor é definido como resultados sobre custos, ele engloba a eficiência. No caso, o modelo baseado em valor está blindado do caminho fácil de se reduzir custos ou realizar subtratamentos. A falsa economia a curto prazo é destrutiva, limita a qualidade e fere o princípio básico de atenção primordial ao paciente.

No livro Entendendo a Saúde Baseada em Valor, os autores destacam os perigos da falta de análise crítica dos procedimentos operacionais padrão, e citam o exemplo do uso disseminado da angiotomografia para diagnosticar embolia pulmonar. Cerca de um terço dos 1,5 milhão dos exames realizados a cada ano nos EUA são feitos para descartar embolia pulmonar. No entanto, o diagnóstico de embolias pulmonares por este método revelou um impacto muito pequeno nas taxas de mortalidade. E expõem as pessoas à radiação e ao agente de contraste intravenoso, o que acarreta algum risco de reações alérgicas e insuficiência renal. Há, sem dúvidas, o desafio de se produzir o melhor atendimento a um custo menor, e ainda, como conectar a qualidade e à ética do cuidado consciente dos custos.

transição para um modelo de valor levará anos, e isso será especialmente provocador para provedores a custo prazo. Cumprir metas baseadas em valor requer que os hospitais diminuam a utilização entre suas populações, reduzindo assim o volume e a receita de seus procedimentos. Com a baixa da receita, os hospitais precisam melhorar as margens o máximo possível, otimizando seus processos e exigindo um bom gerenciamento. Em um ambiente baseado em valor, qualquer investimento para simplificar operações e eliminar o desperdício do sistema vai diretamente para o hospital, não para o pagador.

Não existe um modelo único de saúde baseada em valor que se adapte a todas as situações e instituições. A escolha depende do posicionamento da organização e metas estratégicas definidas. Para citar, as Accountable Care Organizations (ACOs) são unidades de trabalho que focam em equipes de rede para oferecer cuidados coordenados com o menor custo possível. Cada membro compartilha os riscos e incentivos decorrentes do resultado da saúde do paciente, promove melhor qualidade e maior acesso no atendimento.

O gerenciamento de uma organização de saúde precisa ser capaz de tomar decisões sobre o que fazer ou não fazer, sobre como realizar a política de reembolso, sobre qual é o conceito de valor que eles entregarão, além da já conhecida análise de custos e riscos. Para isso, como já dito anteriormente, a saúde baseada em valor tem uma abordagem orientada a dados. E organizados de forma estruturada, não um pool de informações desconectadas e fragmentadas advindas de vários departamentos.

Para a tomada das decisões, os dados ainda devem ser fornecidos de forma contínua. Medir, analisar, relatar e comparar os resultados rigorosamente talvez sejam os passos mais importantes para melhorar rapidamente e fazer boas escolhas sobre a redução de gastos. Medir os custos totais durante todo o ciclo de cuidados de um paciente e compará-los permitirá uma redução de custo verdadeiramente estrutural, através de etapas como realocação de gastos entre tipos de serviços, eliminação de serviços que não agregam valor, melhor uso da capacidade, encurtamento de tempo de ciclo, fornecimento de serviços nas configurações apropriadas e assim por diante.

Em qualquer área, melhorar o desempenho de um setor como um todo só é possível através do alinhamento de interesse entre os players e da premissa da responsabilidade compartilhada. É preciso deixar de lado a lucratividade egoísta, contenção de custos que põe em risco a segurança do paciente e a conveniência política, se o objetivo for verdadeiramente gerar valor para o usuário final e ter um sistema de saúde e sustentável. É claro, para isso é necessário muita transparência sobre as metas e abordagens no desenvolvimento desses modelos.

De forma geral, apesar dos provedores focarem mais em medicina básica de prevenção, eles eventualmente gastarão menos tempo com doenças crônicas. A sociedade se torna mais saudável, reduzindo os gastos globais com a saúde. A mudança de modelos baseados em serviço para valor é um passo importante em direção à assistência médica de melhor qualidade e a gastos mais judiciosos com a saúde.

HIS reforça posicionamento após compra pela UBM

HIS – Healthcare Innovation Show 2018, um dos maiores eventos na área de saúde e medicina da América Latina que agora faz parte da unidade de negócios Healthcare da UBM Brazil, ocorre de 19 a 20 de setembro no São Paulo Expo. A recente aquisição pela UBM, maior organizadora de feiras B2B do mundo, ampliou as perspectivas desta edição, que já confirmou palestrantes e patrocinadores de peso. As inscrições podem ser realizadas clicando aqui.

O evento, que deve receber um público altamente qualificado de mais de 3 mil executivos de empresas de saúde, gestores hospitalares, médicos, pesquisadores e demais profissionais da área, já tem mais de 20 palestrantes confirmados vindos de instituições de renome. Como Albert Einstein, HCor, AC Camargo, Totvs, IBM, HCO Law, McKinsey, Pfizer, Sanofi, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Seguros Unimed, SulAmérica, entre outros.

As palestras agendadas serão realizadas em quatro arenas simultâneas e seguem cinco linhas temáticas que, atualmente, formam alguns dos maiores focos das instituições de saúde. São elas: Value-Based Healthcare; Saúde Primária e Saúde Populacional; Cultura de Inovação e Adoção de Tecnologia; Governança e Privacidade de Dados; e Experiência e Engajamento do Paciente.

Dentro das linhas temáticas, as palestras discutirão tópicos como predição, engajamento e o futuro da indústria farmacêutica; IoT e Analytics na rotina da operação de saúde; gestão de atendimento e hospitalidade; o que o Blockchain tem a ver com a saúde; redesenho de modelos assistenciais; como construir uma organização disruptiva e sólida; o futuro dos contratos e dos pagamentos; gestão e otimização das finanças através da tecnologia; e evolução tecnológica e inovação.

O HIS 2018 já tem patrocínio confirmado de empresas líderes de mercado, como OPTUM, Sharecare, MV, Brasanitas, Parebem, Bionexo, Philips, 2iM, Shift, Cognizant, Telelaudo, e-Val, Infoway, RV Ímola, HFocus, Hermes Pardini, Sesc, GE e Everis. Vitor Asseituno, CEO da Live Healthcare, empresa que originalmente organizava o HIS e foi comprada pela UBM Brazil, continua à frente dos eventos e assume também a posição de Diretor de Mercado – Saúde da nova unidade de negócios, além de responder pela estratégia de conteúdo de todo o portfólio.

UBM e Hospitalar reforçam seu portfólio com aquisição da Live Healthcare

A UBM Brazil anuncia a aquisição da Live Healthcare, plataforma que conecta lideranças da área da saúde para inspirar mudanças e empoderar líderes para o desenvolvimento do setor. Com uma tradição de 25 anos, compõe em seu portfólio os eventos SBF – Saúde Business Fórum e HIS – Healthcare Innovation Show, além do portal SaudeBusiness.com, referência de atualização e educação para mais de 2 milhões de gestores e profissionais de saúde. A empresa é muito conhecida também pela revista Fornecedores Hospitalares.

Juntamente com a Hospitalar, principal evento dedicado ao setor de saúde nas Américas, SBF, HIS e SaudeBusiness.com passarão a compor a unidade de negócios Heathcare da UBM Brazil. Com essa aquisição a UBM reforça a sua presença e liderança na área de eventos no setor da saúde e seu posicionamento estratégico no setor, confirmando o seu compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro de geração de negócios, conhecimento e relacionamentos especializados e de alto nível.

A empresa inglesa aproveitará todo o know-how e experiência da Live Healthcare em seus negócios para fortalecer suas relações com o mercado e oferecer serviços e produtos ainda mais relevantes para seus clientes. Rodrigo Moreira, atual Diretor da Hospitalar, vai liderar a unidade Healthcare da UBM Brazil. Os médicos fundadores da Live, Dr. Vitor Asseituno e Dr. Raphael Gordilho permanecem no negócio. Vitor Asseituno, CEO da Live Healthcare, continua à frente dos eventos SBF e HIS, assumindo também a posição de Diretor de Mercado da nova unidade se reportando para Rodrigo Moreira. Vitor passa a responder também pela estratégia de conteúdo de todo o portfólio, incluindo a Hospitalar.

“O setor de saúde é estratégico para a UBM no mundo e no Brasil. A aquisição da Live completa nosso portfólio, agora com três eventos extremamente bem posicionados no segmento durante o ano. Além disso, esse movimento nos aproxima e reforça nossa presença no mercado de saúde na América Latina, que iniciou em 2015 com a aquisição da Hospitalar. Nosso objetivo é contribuir para o desenvolvimento deste segmento tão importante dos pontos de vista econômico e social”, destaca Jean-François Quentin, presidente da UBM Brasil.

Para Vitor Asseituno, fundador e CEO da Live Healthcare, “A consolidação do setor da saúde reforçou a importância de eventos segmentados de alto nível, como o SBF e o HIS. Ao mesmo tempo, a profunda mudança causada pelas novas tecnologias tem aberto a oportunidade para novas lideranças e novas discussões. Essas duas coisas contribuíram para construirmos uma história de sucesso, cujo crescimento, de mais de 40%, que tivemos no ano passado, agora poderá ser escalado ainda mais pela UBM, que possui excelência operacional e relacionamento global, fundamentais para que entreguemos experiência e resultados ainda melhores para nossos clientes. Estamos animados com o que há por vir.”

Sobre a UBM

Somos a maior empresa organizadora de eventos B2B no mundo. Possuímos mais de 3.750 funcionários, com sede em mais de 20 países, atendendo mais de 50 diferentes setores da indústria. No Brasil atuamos nos setores da saúde, logística, energia, infraestrutura, ingredientes alimentícios, construção civil, construção naval e metroferroviária. Nossa missão é atingir o sucesso comercial por meio do enfoque cuidadoso do mercado, gerando resultados superiores para os nossos clientes. Nos EUA atuamos por meio da divisão UBM Life Sciences, que contempla organização de eventos, conferências e geração de conteúdo para o setor da saúde, médico, veterinário e farmacêutico.

Sobre a Live Healthcare    

A Live Healthcare surgiu em 2014 a partir da união da empresa EmpreenderSaúde e do spin-off da divisão de saúde da IT Mídia. A empresa lançou em 2015 o HIS – Healthcare Innovation Show, que se tornou um dos principais eventos de tecnologia e inovação em saúde no país, crescendo entre 50-100% a cada ano, e levou o Saúde Business Fórum, principal fórum de CEOs do país, à sua maior edição histórica no ano de 2018. O portal SaudeBusiness.com é hoje o maior portal de notícias de gestão em saúde do Brasil com 2 milhões de visitantes anuais, e é referência de atualização para o setor da saúde. Os dois eventos presenciais e a plataforma digital, associados à liderança médica de seus executivos, construiu um portfólio sólido de conteúdo, relacionamento e negócios.

18 reflexões sobre o papel do CIO na Saúde

Que a tecnologia substitui cada vez mais processos manuais e tarefas repetitivas já sabemos, inclusive discutimos isso no SBF18. Mas quem são as pessoas envolvidas nesses processos? Com certeza o CIO deve ser uma delas e a percepção de sua importância estratégica é crescente.

A era em que o CIO era visto como um personagem técnico está acabando. Hoje falamos de transformação digital na saúde e o CIO assume um papel cada vez mais relevante, com a missão de encontrar oportunidades de melhorias na assistência e no negócio.

Estar em contato com outros líderes do setor é uma experiência enriquecedora, que proporciona uma reflexão importante: ser um CIO é desafiador. À medida que o tempo passa cada vez mais é esperado que ele realizemos mais com menos recursos.

A participação em eventos proporciona uma oportunidade sem igual de manter-se na vanguarda da inovação, entendendo o que há de mais recente em soluções tecnológicas e tendências, dividindo experiências com outros CIOs e fornecedores.

A troca de ideias, impressões e conhecimentos em eventos como o HIS e a HIMSS me levou a criar a lista abaixo com 18 reflexões sobre esse nosso novo papel:

  1. Sim CIO, o burnout médico também é seu problema, ajude na solução.
  2. Se Inteligência Artificial não está nos seus planos, inclua.
  3. Engajamento dos pacientes: você tem pensado seriamente sobre isso quando define sua arquitetura de sistemas?
  4. Experiência dos pacientes: local onde a TI pode fazer a diferença e mostrar a que veio.
  5. Inovação é uma questão de sobrevivência. Sem pesquisa não há inovação. Sem inovação, não há pesquisa.
  6. Data Analytics: revisitar sua estratégia é mandatório, seu plano pode estar errado.
  7. Cybersegurança tirará seu sono para sempre!
  8. Análises preditivas salvam vidas, seus dados contém tesouros.
  9. Interoperabilidade continua sendo encarada como um problema, já está na hora de você adotar padrões e facilitar para o ecossistema.
  10. Soluções criativas resolvem a maioria dos problemas.
  11. Blockchain: imaturo mas promissor.
  12. “Contrate” robôs e facilite a vida das áreas de negócios.
  13. Sim, EMRAM é um modelo que vai poupar esforços e garantir boas práticas.
  14. Transformação Digital, você está atrasado!
  15. Fornecedores, divida seus problemas e suas estratégias com eles, transforme-os em verdadeiros parceiros.
  16. Trocar experiências te provê conhecimento e insights.
  17. Sim, o paciente deve ser o centro!
  18. Participar de eventos com foco em saúde como o HIS e HIMSS, por exemplo,  é um privilégio.

Confirmei minha presença como palestrante no HIS – Healthcare Innovation Show 2018 e espero poder encontrar você por lá!

Healthways participa do HIS 2017

Healthcare Innovation Show acontece nos dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo e será palco da entrega da premiação “Melhores Empresas para Trabalhar” do GPTW.

A Healthways, uma empresa Sharecare, marca presença em um dos maiores eventos das áreas de gestão, tecnologia, assistencial, financeira e inovação, o HIS 2017 – Healthcare Innovation Show, que acontece no Centro de Convenções do São Paulo Expo, dias 25 e 26 de outubro.

No primeiro dia do evento acontecerá a cerimônia de entrega da premiação “Melhores Empresas para Trabalhar” pelo Great Place to Work. Organizado pelo Instituto GPTW, a certificação é o padrão das melhores práticas realizadas pela empresa, contribuindo para que todos os funcionários tenham um bom ambiente de trabalho. Pela primeira vez, a Healthways foi selecionada entre as 10 melhores empresas na categoria Saúde – Indústria e Serviços, refletindo o clima organizacional e o comprometimento com o trabalho realizado.

Para a ocasião, Dra. Vonda Wright, Diretora Médica da UPMC Lemieux Sports Complex (empresa do Grupo Sharecare), vem ao país para apresentar o painel com o tema “Vitalizando o envelhecimento da força de trabalho (Vitalizing the aging workforce)”, que acontecerá no dia 26, às 13h50. No mesmo dia, às 10h25, o Presidente da Healthways, Nicolas Toth, ministrará a palestra “Tecnologia para proporcionar mais qualidade de vida e bem-estar – Rupturas no mercado de saúde”, durante o CFO Summit.

Em sua terceira edição, o HIS tornou-se um dos principais encontros de tecnologia e inovação da saúde brasileira, com a previsão de reunir mais de cinco mil profissionais do setor para discutir e apresentar soluções inovadoras que buscam a sustentabilidade do setor, melhorias na gestão e estruturas, além de um ganho na qualidade assistencial. Serão 10 congressos e mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais.

SERVIÇO
Palestra Dra. Vonda Wright da Sharecare no HIS 2017 – Healthcare Innovation Show

Data: 26 de outubro (quinta-feira)

Hora: 13h50

Palestra Nicolas Toth da Sharecare no HIS 2017 – Healthcare Innovation Show – CFO Summit

Data: 26 de outubro (quinta-feira)

Hora: 10h25

Local: Centro de Convenções do São Paulo Expo

Informações e inscrições: http://saudebusiness.com/his/

 

Sobre a Healthways

A Healthways é a empresa líder mundial em programas de gestão de saúde e bem-estar, com mais de 68 milhões de pessoas em seus distintos programas, distribuídos em 4 continentes e operações nos Estados Unidos, Brasil, Austrália e França. Tem como objetivo gerenciar ativamente o risco de grandes populações, uma pessoa por vez, tornando o sistema de saúde mais sustentável por meio da redução de sinistralidade e promovendo o aumento de produtividade para empresas. A Healthways tem 35 anos de experiência e sólidas parcerias, como Gallup, John Hopkins, MIT e Pro-Change (Dr. James Prochaska). No Brasil desde 2008, é a empresa com o maior programa de Gestão de Saúde Populacional (Coaching, Crônicos e Idosos) do país.

 

Sobre o HIS

O HIS – Healthcare Innovation Show é o primeiro trade show de tecnologia e inovação em um espaço de mais de 4.000 m² voltado ao mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas onde acontecem mais de 10 congressos, cada qual especialmente organizado para oferecer conteúdo de qualidade para os diferentes cargos e funções das organizações de saúde.

O evento deverá contar este ano com números que ultrapassam os 5.000 participantes, os 200 palestrantes e as 75 empresas expositoras, além de premiações de reconhecimento das experiências inovadoras do setor.

Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos ao lado das principais associações e institutos.

O HIS 2017 é ainda constituído por quatro grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.


Serviço  

HIS – Healthcare Innovation Show 2017

Data: 25 e 26 de outubro de 2017

Horário: das 8h30 às 19h00

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo

http://saudebusiness.com/his/

Credenciamento Imprensa – o credenciamento poderá ser feito diretamente pelo link: goo.gl/vXRoLr


Contato para imprensa (HIS 2017):

2PRÓ Comunicação 

e-mail equipe: his17@2pro.com.br

Teresa Silva – (11) 3030-9463

Luciano Somenzari (11) 3030-9435

Myrian Vallone – (11) 3030-9404

Paula Giffoni – (11) 3030-9402

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Informações para Imprensa

A4&Holofote Comunicação – https://www.facebook.com/a4eholofote/

Robson Bertolino | (11) 3897-4140 | robsonbertolino@a4eholofote.com.br

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Mariana Bertolini | (11) 3897-4133 / (11) 99916-8091 | marianabertolini@a4eholofote.com.br

Plataforma IntelliSpace Portal traz conceito de machine learning para suporte a decisão clínica no Healthcare Innovation Show 2017

A Philips, líder global em tecnologia da saúde, participará da 3ª edição do Healthcare Innovation Show (HIS), que acontece em São Paulo nos dias 25 e 26 de outubro. Entre os destaques presentes no stand da Philips estará a plataforma de visualização IntelliSpace Portal 9.0, um conjunto completo de ferramentas para suporte a decisões clínicas, multimodalidades e multifornecedores, e de TI que proporcionam maior excelência clínica e até mesmo redução de custos para área de radiologia. Seu novo recurso de machine learning faz com que a ferramenta aprenda automaticamente, a partir da última utilização da aplicação, antecipando a série e o tipo de dados em que o processamento prévio deve ser aplicado.

“O IntelliSpace Portal 9.0 possui ferramentas avançadas para diversas áreas, a Análise Avançada de Múltiplas Modalidades de Vasos Sanguíneos (AVA) reduz o período de tempo de trabalho manual em até 77% para exames de neurologia e Angiografia Corporal”, destaca Cesar Giannotti, líder de vendas e marketing da Philips na América Latina. Adicionalmente, em Neurologia, a ferramenta é capaz de realizar scans cerebrais em série, ajudando a monitorar doenças e suas progressões. Já no módulo pulmonar, o IntelliSpace Portal 9.0  identifica potenciais nódulos pulmonares, utilizando segmentação volumétrica que exclui a anatomia normal e detecta nódulos com base no tamanho, forma, densidade e contexto anatômico. Também para a área de Cardiologia se destaca o plano TAVI, em que  a solução disponibiliza ferramentas para avaliar os vasos periféricos ao realizar o procedimento de dimensionamento do dispositivo.

Além disso, o público poderá conhecer de perto algumas das novidades relacionadas ao software de gestão em saúde Tasy, como a nova ferramenta de Gestão de Planos Terapêuticos (GPT), que permite a conferência da prescrição em menos tempo por enfermeiros e farmacêuticos, e de Prescrição Eletrônica do Tasy em HTML5, capaz de manter a solicitação até segunda ordem sem a necessidade de cópia diária, tornando o processo muito mais ágil.

Entre os painelistas do evento estará Kleber Puchaski, diretor de Design para Healthcare IT da Philips, com o tema “Tecnologia: requisitos de um bom prontuário médico para entrega de valor”.

Referências da Saúde – TOP Hospitalar 2017

Na ocasião, a Philips receberá por meio de seu CEO, Renato Garcia Carvalho, o prêmio TOP Hospitalar 2017 na categoria Indústria de Equipamentos – Diagnóstico in Vivo, resultado de pesquisa feita pela Live Healthcare em parceria com a consultoria PwC, que contou com a participação de 66 instituições de saúde.

Sobre a Royal Philips

Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) é uma empresa líder em tecnologia da saúde, focada em melhorar a saúde das pessoas e em permitir melhores resultados através do continuum da saúde desde uma vida saudável e da prevenção, até o diagnóstico, tratamento e cuidado em casa. A Philips aproveita a tecnologia avançada, os profundos conhecimentos clínicos e as perspectivas dos consumidores para oferecer soluções integrais. A empresa com sede na Holanda é líder em diagnóstico por imagens, terapia guiada por imagens, acompanhamento de pacientes e informática da saúde, bem como em saúde do consumidor e cuidados em casa.  O portfólio de tecnologia de saúde da Philips informou vendas de 17,4 bilhões de euros em 2016 e emprega aproximadamente 71.000 colaboradores com vendas e serviços em mais de 100 países. Para obter mais notícias sobre a Philips, visite www.philips.com/newscenter.

Sobre o HIS

O HIS – Healthcare Innovation Show é o primeiro trade show de tecnologia e inovação em um espaço de mais de 4.000 m² voltado ao mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas onde acontecem mais de 10 congressos, cada qual especialmente organizado para oferecer conteúdo de qualidade para os diferentes cargos e funções das organizações de saúde.

O evento deverá contar este ano com números que ultrapassam os 5.000 participantes, os 200 palestrantes e as 75 empresas expositoras, além de premiações de reconhecimento das experiências inovadoras do setor.

Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos ao lado das principais associações e institutos.

O HIS 2017 é ainda constituído por quatro grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.


Serviço  

HIS – Healthcare Innovation Show 2017

Data: 25 e 26 de outubro de 2017

Horário: das 8h30 às 19h00

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo

http://saudebusiness.com/his/

Credenciamento Imprensa – o credenciamento poderá ser feito diretamente pelo link: goo.gl/vXRoLr


Contato para imprensa (HIS 2017):

2PRÓ Comunicação 

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Relações com Imprensa Philips do Brasil (agência externa)

FleishmanHillard Brasil

Henrique Carvalho | henrique.carvalho@fleishman.com.br | 11 3185-9959

Luciana Silva | luciana.silva@fleishman.com.br | 11 3185-9936

Shift participa do Healthcare Innovation Show 2017

Durante o evento será realizada a entrega do prêmio GPTW 2016, no qual a Shift recebe como Melhor Empresa Para Trabalhar na categoria Saúde

A Shift, empresa especializada em tecnologia da informação para medicina diagnóstica e preventiva, participará do Healthcare Innovation Show, o HIS 2017, nos próximos dias 25 e 26 de outubro. O evento, realizado em São Paulo, é o primeiro trade show de tecnologia e inovação focado no mercado da saúde na América Latina.

Com 25 anos de história, a Shift irá compor o quadro de expositores do HIS e, mais uma vez, apresentará para o mercado e para parceiros as melhores e mais inovadoras soluções para o aumento da produtividade e do aprimoramento de gestão na área da saúde. Na ocasião, será realizada ainda a entrega da premiação do Great Place to Work 2016, em que a Shift foi contemplada no segmento de “Saúde”.

Segundo o presidente da empresa, Marcelo Lorencin, o HIS será mais uma grande vitrine para as soluções da Shift. “O Congresso é uma experiência única que promove a integração entre todas as pontas do mercado, com importantíssimos players da área da Saúde”, afirma.

O HIS promoverá mais de 10 congressos que serão divididos em quatro arenas. O evento contará com mais de cinco mil participantes, cerca de 200 palestrantes e quatro premiações.

 

Sobre o HIS

O HIS – Healthcare Innovation Show é o primeiro trade show de tecnologia e inovação em um espaço de mais de 4.000 m² voltado ao mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas onde acontecem mais de 10 congressos, cada qual especialmente organizado para oferecer conteúdo de qualidade para os diferentes cargos e funções das organizações de saúde.

O evento deverá contar este ano com números que ultrapassam os 5.000 participantes, os 200 palestrantes e as 75 empresas expositoras, além de premiações de reconhecimento das experiências inovadoras do setor.

Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos ao lado das principais associações e institutos.

O HIS 2017 é ainda constituído por quatro grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.


Serviço  

HIS – Healthcare Innovation Show 2017

Data: 25 e 26 de outubro de 2017

Horário: das 8h30 às 19h00

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo

http://saudebusiness.com/his/

Credenciamento Imprensa – o credenciamento poderá ser feito diretamente pelo link: goo.gl/vXRoLr


Contato para imprensa (HIS 2017):

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Mais informações para a imprensa

Comunic Comunicação Corporativa

Laís Machado – lais@comunic.com.br

Elaine Madalhano – elaine@comunic.com.br

(17) 3201-7510

Painel sobre liderança abordará as mudanças nas corporações e como se preparar para elas

CEO do Americas Serviços Médicos, Luiz de Luca, fará exposição em uma das quatro arenas simultâneas sobre conteúdos técnicos; evento da área de saúde e medicina acontece em São Paulo entre os dias 25 e 26 de outubro

São Paulo, setembro de 2017Dentre os pontos altos da 3ª edição do HIS – Healthcare Innovation Show 2017, um dos maiores eventos na área de saúde e medicina da América Latina, estão as quatro arenas simultâneas onde acontecerão mais de 10 congressos, com a participação de 200 palestrantes. O painel Liderança: preparar para ambientes de transformação e performance, ministrado por Luiz de Luca, CEO do Americas Serviços Médicos,  grupo médico-hospitalar que reúne instituições de referência no país – será um dos destaques no evento.

O HIS 2017 acontece entre os dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo, com a presença esperada de um público de 5 mil visitantes entre executivos de empresas de saúde, gestores hospitalares, médicos, pesquisadores e demais profissionais da área, além de reunir 75 empresas expositoras.

De Luca adiantou que sua exposição vai abordar como as lideranças e as organizações têm operado em um ambiente de transformações que tendem a se intensificar nos próximos anos. Segundo ele, o comportamento do consumidor, a influência das novas gerações, a pressão por competitividade e até as tendências que ainda começam a se delinear são parte das questões que se impõem na agenda corporativa. “Faz parte da tarefa do líder identificar as mudanças em curso, promover um ambiente de alto desempenho e  implementar mecanismos que potencializem  os resultados”, ressaltou.

Além do painel sobre Liderança, outros temas relacionados à gestão da saúde também serão destaques nos Congressos, tais como:

Formação de Ecossistema Empreendedor, por Flávio Pripas – Managing Director Cubo;

Gestão de Informação, por Márcio Reis – Head of Monetization Guia Bolso;

Brainstorming session: o que podemos esperar? AI, Quantum, Blockchain, Smart robots, Connected home, por Henrique von Atzingen – Head of Thinklab IBM;

Agenda macro: o desafio da atenção primária, por Henrique Sutton de Sousa Neves – CEO Hospital Israelita Albert Einstein, e por Márcio Atalla  – diretor Bem Star;

De obstáculo a oportunidade: trazendo inovação para a mudança do setor, por Denise Soares dos Santos – CEO BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

 

Sobre o HIS

O HIS – Healthcare Innovation Show é o primeiro trade show de tecnologia e inovação em um espaço de mais de 4.000 m² voltado ao mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas onde acontecem mais de 10 congressos, cada qual especialmente organizado para oferecer conteúdo de qualidade para os diferentes cargos e funções das organizações de saúde.

O evento deverá contar este ano com números que ultrapassam os 5.000 participantes, os 200 palestrantes e as 75 empresas expositoras, além de premiações de reconhecimento das experiências inovadoras do setor.

Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos ao lado das principais associações e institutos.

O HIS 2017 é ainda constituído por quatro grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work.


Serviço  

HIS – Healthcare Innovation Show 2017

Data: 25 e 26 de outubro de 2017

Horário: das 8h30 às 19h00

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo

http://saudebusiness.com/his/

Credenciamento Imprensa – o credenciamento poderá ser feito diretamente pelo link: goo.gl/vXRoLr


Contato para imprensa (HIS 2017):

2PRÓ Comunicação 

e-mail equipe: his17@2pro.com.br

Teresa Silva – (11) 3030-9463

Luciano Somenzari (11) 3030-9435

Myrian Vallone – (11) 3030-9404

Paula Giffoni – (11) 3030-9402

www.2pro.com.br

Fundador da Memotext dá dicas de como engajar pacientes pode aumentar o ROI

Na constante busca por aperfeiçoar o relacionamento com o cliente, demonstrar o retorno dos investimento, é provavelmente, a questão mais desafiante para os empreendedores digitais de saúde. Primeiro é necessário decidir a maneira como o ROI (Retorno Sobre o Investimento) dos seus produtos será quantificado; em seguida adicione o trabalho de navegar em uma área cinza de critérios que o levarão a alcançar o ROI. Por isso, Amos Adler, Fundador e Presidente da Memotext, atesta: fazê-lo com êxito pode abrir muitas oportunidades entre a indústria farmacêutica, investidores e os sistemas de saúde.

Em um artigo publicado no começo desse ano, Adler e o Co-Fundador da Memotext, Bill Simpson, explanaram parte desta área cinzenta ao suscitar questões. São dados quantitativos e melhorias dos resultados de saúde que importam? Como você pega algo multifuncional, quantifica em uma métrica e então, de alguma forma, atribui valor fiscal? É uma melhora efetiva na aderência à medicação? Para quem? Para os pacientes menos participativos ou para os com maior “valor”?

A empresa sediada em Toronto desenvolveu com sucesso programas não apenas voltados para os interessados da indústria farmacêutica mas também para os investidores, stakeholders, sistemas de saúde, farmácias e gerentes de benefícios farmacêuticos. No seu cerne, Adler disse que a companhia tem desenvolvido uma série de produtos orientados para a aderência ao plano de saúde e consumo de medicamentos, iniciação de tratamentos e gerenciamento de saúde da população.

Adler descreveu a abordagem da Memotext e identificou maneiras de incrementar a baixa aderência do paciente aos medicamentos para uma adesão moderada. A empresa canadense também tem se concentrado em pacientes complexos, não necessariamente na maior população de pacientes, mas em alguns dos mais dispendiosos.

Se os produtos da Memotext levam os pacientes com mais frequência às farmácias – de três vezes por ano para seis vezes por ano (ainda distante do ideal de 12 visitas anuais) – contribuindo para que farmácias e companhias farmacêuticas obtenham  mais dinheiro, suas ferramentas também ajudam os planos e sistemas de saúde na redução de custos mensais por paciente – ao diminuir a utilização dos serviços pelos membros do plano de saúde. Isto equivale a uma proporção de 15:1, ou seja, para cada 1 dólar gasto com suas ferramentas digitais de saúde, o cliente pode fazer ou economizar uma média de 15 dólares.

Adler ressalta que a razão pela qual o ROI pode demorar para apresentar resultados se deve ao fato de que as companhias normalmente precisam de um ano para configurar um estudo, um ano para realizá-lo e outros seis meses para avaliá-lo. E no entanto, isto representa um conjunto particular de problemas, porque cada farmácia e organização de saúde tem sua própria ideia de retorno sobre investimento.

“Sempre que você entra em uma avaliação longitudinal para chegar ao ROI, a tendência é ficar cada vez mais turva”, disse Adler. “Uma das barreiras à inovação é não ter um caminho objetivo para a avaliação e operacionalização”. O segredo para o ROI em saúde digital é formalizar os critérios, para quantificar e avaliar categorias de resultados múltiplos.

Co-comercialização é uma abordagem que a empresa adotou nos últimos dezoito meses. Com o Hospital Geral de Massachusetts a Memotext está atuando em uma intervenção com pacientes de TDAH (Transtorno do déficit de atenção com Hiperatividade). No Centro de Vícios e Saúde Mental, a maior instalação deste tipo no Canadá, o trabalho está sendo voltado para o desenvolvimento de uma intervenção personalizada para pacientes com esquizofrenia. Já a colaboração com pesquisadores da universidade de British Columbia em Vancouver e com as autoridades locais em saúde, denominada Optimal Brith BC, exploram a eficácia e escalabilidade de um programa de educação prenatal, entregue por mensagem de texto, para mulheres grávidas na área rural da British Columbia.

Esse tipo de parceria envolve descobrir como co-criar, com os stakeholders da área de cuidados médicos, um modelo de receita que resolva o problema. Mas para funcionar bem, as companhias de saúde digital precisam de um longo termo de compromisso com os stakeholders e vice-versa.

Os exemplos mais bem sucedidos de empresários e investidores da área, podem beneficiar e incentivar outros empresários de saúde a adotarem uma abordagem que identifique e assuma as oportunidades de nicho, que tenha como objetivo melhorar o envolvimento do paciente.

 


Fonte: MedCityNews // Autor(a): Stephanie Baum // Tradução: Camila Marinho

4 habilidades de sucesso para uma liderança exponencial

Vivemos tempos difíceis. Turbulências geopolíticas, conflitos sociais e nacionais, catástrofes naturais, ciberataques, crescentes distúrbios na indústria tecnológica e midiática. Ou seja, uma série de eventos destrutivos tem nos surpreendido.

Há quase duas décadas, estrategistas militares cunharam um acrônimo para capturar a natureza de um mundo cada vez mais imprevisível e dinâmico. Eles chamaram de VUCA – um ambiente tomado pela constante volatilidade, incertezas, complexidade e ambiguidade. O mundo de hoje encarna o termo mais do que qualquer era que já experimentamos.

Por que muitos de nós – individual ou coletivamente – falhamos ao imaginar, e muito menos antecipar, as maciças e disruptivas transformações em constantes desdobramentos? Impulsionada pelas rápidas mudanças tecnológicas  e pela globalização, o ritmo das mudanças é cada vez mais acelerado, nossos cérebros tentam acompanhar as transformações e, surpresa, o desconforto e a ansiedade são o resultado.

Isso não é uma anomalia. O VUCA veio para ficar. Mude as perspectivas para acelerar, não diminuir a velocidade. Para prosperar em um mundo onde “a mudança é a única constância”, os líderes precisam substituir seus antigos pensamentos pelo novo. Mudanças extraordinárias exigem líderes exponenciais. Mas o que exatamente isso significa?

Neste artigo iremos explorar os 4 pilares da liderança exponencial. Estas são habilidades críticas que os líderes precisam aprender para navegar com sucesso nesse mundo de rápidas transformações – não somente para criar estratégias avançadas para suas organizações, mas também para ajudar a construir um tipo de futuro inclusivo, igualitário, positivo e abundante onde todos queremos viver.

Alguns dirigentes já se destacam em algumas dessas habilidades. Um líder exponencial se esforça para dominar todas elas, entendendo como uma influencia a outra e, na prática, as modela como um todo integrado muito mais poderoso que suas partes.

 

O Futurista

A primeira habilidade do líder exponencial é aprender a transformar surpresas em antecipações conscientes. Para isto, ele precisa se transformar em um lideres futurista. Significa imaginar novas possibilidades com otimismo e coragem além de perceber que é bem provável que as mudanças surjam mais cedo que o esperado. As pessoas em posição de liderança precisarão estar igualmente à vontade com o que já é conhecido e explorar o que é desconhecido. E essa não é a forma que a maioria dos líderes operam atualmente.

Hoje, as lideranças se baseiam em gerenciar riscos com uma variedade de processos analíticos e estruturas que identificam e quantificam variáveis conhecidas. Na maioria das organizações, o futuro é, principalmente, projetado através de previsões numéricas e planilhas, reforçando a perspectiva de que o mundo é uma extensão do que sabemos hoje e que podemos inserir algumas fórmulas numéricas para calcular previsões quantificáveis.

O problema, no entanto, é que estes prognósticos dependem do entendimento das variáveis e tendências atuais. Vemos os eventos futuros como novas versões dos acontecimentos passados, presumindo que o ritmo das mudanças se moverá em linha reta. Na realidade, as linhas curvam para cima e novas variáveis – novas tecnologias, por exemplo – sempre entram na equação. O resultado? As previsões ficam aquém. Na melhor das hipóteses ficamos chocados, na pior, quebrados.

Não é que não somos capazes de imaginar novas narrativas ou ampliar o conjunto de possibilidades para o futuro. Mas, principalmente, porque nunca fomos treinados para isso ou não nos foi permitido incorporar essa habilidade como parte do nosso “dia de trabalho.”

Como futuristas, os líderes precisam se sentir confortáveis para questionar premissas intocáveis e conseguir enxergar novas possibilidades. Eles devem se interessar pelo novo e mesclar métodos imaginativos de previsão estratégica, técnicas de  backcasting, ficção científica e planejamento de cenários dentro dos negócios de estrutura tradicional.

Quando os balões do Google conectam as áreas rurais mais subdesenvolvidas à internet de alta velocidade (projeto Loon), ou os micro drones entregam suprimentos médicos após desastres naturais, nós podemos começar a imaginar um mundo onde os recursos tecnológicos mais modernos – o estado da arte –  ampliam a nossa imaginação para acreditar que qualquer coisa é possível.
– Lisa Kay Solomon

O Inovador

Além de imaginar uma sucessão de novos futuros, o líder também devem atuar como inovador, descobrindo novas possibilidades através de ideias criativas e experimentações. Nos dias de hoje, boas ideias podem surgir de um simples tweet ou através da surpreendente interação com o cliente, e ser testada com um protótipo funcional em menos de 24 horas.

Porém, muitas empresas ainda focam na obtenção de produtos consolidados a fim de comercializar o produto mais rapidamente enquanto reduzem custos e aumentam as margens de lucro. A aposta estratégica subjacente é colocada na certeza de minimizar as inseguranças e, com o êxito, o objetivo é defender e expandir o que já existe, em detrimento da exploração de novas oportunidades através da descoberta contínua.

O que falta muitas vezes é uma profunda compreensão do cliente e, por outro lado, das transações envolvidas. Sem qualquer investimento na concepção e desenvolvimento de novos produtos e serviços, que satisfaçam as necessidades e requisitos dos consumidores que emergem.

Quando os líderes abraçam seus papéis como inovadores, eles percebem que sempre devem estar pensando no cliente. Eles usam processos centrados nos seres humanos como a observação e o questionamento para colecionar insights, pensamento visual e habilidade de contar histórias para compartilhar hipóteses e ideias de forma mais rápida e eficaz; eles assumem uma mentalidade de crescimento para testar e reunir evidências sobre o que aprenderam. Os inovadores comprometidos fazem isso continuamente, reiterando repetidas vezes para descobrir oportunidades escondidas sob o nevoeiro de incertezas.

 

O tecnólogo

Ao tempo em que a inovação tecnológica acelera, os líderes precisam compreender quais tecnologias impactarão diretamente sua indústria e quais afetarão as indústrias próximas. Cada vez mais, a tecnologia pode digitalizar, manipular e substituir produtos e serviços físicos, desafiando o status quo de muitas companhias existentes.

A melhor maneira de entender as mudanças tecnológicas não é lendo a respeito, mas experimentando em primeira mão, à medida em que se aprende com o código; construindo ou manipulando um simples robô, testando novos produtos e serviços que vão além do familiar ou do confortável e procurando por recursos inovadores e de experimentação.

No entanto, assimilar a tecnologia unicamente a partir da perspectiva  da engenharia ou R&D (Pesquisa e Desenvolvimento) não é o suficiente. Gestores exponenciais também precisarão lidar com a ética, a moral e implicações sociais em torno das tecnologias criadas pelas organizações.

A tecnologia disruptiva está superando rapidamente os regulamentos, leis e normas sociais. Já existem impostos específicos e conflitos trabalhistas entre empresas inovadoras, como Uber e Airbnb, e os seus prestadores de serviço.

Mas estas batalhas jurídicas são inexpressivas em comparação aos conflitos éticos que poderemos enfrentar em breve quando trabalhadores de grandes indústrias – como as alimentícia e de transportes – forem substituídas por sistemas autônomos. E perceba que nem começamos a explorar as implicações de um futuro em que as modificações genéticas se tornarão significativamente mais acessíveis e generalizadas.

A política e a ética não são independentes da tecnologia, e a tecnologia não pode operar acima do bem e do mal. Se os líderes apostam no enorme potencial de gerar receita ou economia de custos oferecido pela tecnologia, eles também precisam assimilar as implicações sociais e morais que inevitavelmente surgirão. Isto exigirá uma gama completa de novas discussões e decisões nas salas de reuniões de cada corporação, novos comportamentos e normas em cada laboratório de desenvolvimento e novas formas de educar, recompensar (e até penalizar) os líderes de amanhã.

O Humanitário

Os líderes exponenciais usam habilidades e comportamentos futuristas, inovação e tecnologia para melhorar a vida das pessoas que eles atingem e a sociedade como um todo. Eles visam fazer o bem ao fazer bem – não como um conjunto separado de atividades “de responsabilidade sócio-corporativa”, mas como parte da missão de integridade da companhia.

Liderar de forma humanitária pode significar a construção explícita de um negócio utilizando a tecnologia para criar impacto positivo. As Empresas B, por exemplo, são companhias com fins lucrativos certificadas para desempenhar um rigoroso padrão de desenvolvimento social e ambiental, responsabilidade fiscal e transparência. O que também pode significar investir em políticas humanitárias e práticas que construam uma cultura significativamente positiva no ambiente de trabalho. Um local que inspire funcionários e parceiros a se esforçarem em seu pleno potencial.

Cada vez mais, a tecnologia pode gerar novos modelos de negócios e oportunidades de crescimento, habilitando e empoderando outras partes do mundo a se tornarem centros de crescimento econômico sustentáveis e autônomos. Quando os balões do Google conectam as áreas rurais mais subdesenvolvidas à internet de alta velocidade (projeto Loon), ou os micro drones entregam suprimentos médicos após desastres naturais, nós podemos começar a imaginar um mundo onde os recursos tecnológicos mais modernos – o estado da arte –  ampliam a nossa imaginação para acreditar que qualquer coisa é possível.

Precisamos de líderes exponenciais para o futuro

Os papéis futurista, inovador, tecnológico e humanitário estão interconectados  e podem ser melhorados quando o conhecimento e insights transitam entre eles. Os quatro pilares se traduzem em uma forma holística de aprender, imaginar, criar, capturar e dimensionar valores escondidos em um mundo cada vez mais complexo e dinâmico.

Essa é a essência da liderança exponencial. Ao praticar essas novas habilidades, todo líder pode antecipar mudanças, mas também fazer escolhas conscientes que conduzam a futuros mais positivos e produtivos para as organizações, comunidades e para o mundo.

 

 


Fonte: singularityhub.com // Autor(a): Lisa Kay Solomon // Tradução: Camila Marinho

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