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Organizações de saúde estão investindo mais em aplicativos no Brasil

Seguindo o exemplo de sucesso dos aplicativos de transporte, organizações de saúde brasileiras estão investindo mais em aplicativos em um movimento ainda inicial. Não como um serviço de retorno imediato, mas como uma ferramenta para ajudar as pessoas a se manterem saudáveis, seja influenciando mudança de hábitos, engajando-as nos tratamentos médicos ou incluindo o paciente no processo de decisão relacionado a seu diagnóstico.

“Temos um aplicativo que monitora o nível de estresse, sono e quantidade de exercício de centenas de milhares de pacientes para retroalimentá-los com dicas para que se tornem mais saudáveis. Com o tempo, aos poucos, eles percebem e valorizam este benefício. Mas ainda há um longo caminho à frente”, afirmou Cristiano Barbieri, CIO da Sulamérica, em painel do Healthcare Innovation Show 2018.
Moderado por Lasse Koivisto, CEO da Prontmed, também participaram do painel com o tema IoT e analytics na rotina de operação de saúde Ailton Bomfim Brandão Júnior, diretor de TI do Hospital Sírio Libanês; Marcio Aguiar, LATAM Enterprise Sales Manager da NVIDIA; e Flávio Amaro, sócio fundador da 37.78.

Brandão Júnior comentou como dados fazem parte do dia a dia de qualquer atividade complexa e que saúde, mais cedo ou mais tarde, também seria incluída. “Hoje, com poucos cliques, podemos gerar dados e organizá-los de forma que médicos e estatísticos possam buscar insights aprofundados sobre o paciente, exames e tratamento”.
Quanto aos aplicativos, segundo o executivo, precisam ser leves, amigáveis e terem uma interface bonita para serem aceitos. “Nos próximos anos, devemos poder oferecer funções mais avançadas, como antecipação parcial da consulta com fotos e formulários online, além de sugestão de nutricionista ou preparador físico, por exemplo”, desta