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Tecnologia móvel: como as agências reguladoras reagem a elas?

By 1 de novembro de 2011 Gestão

Tecnologia móvel: como as agências reguladoras reagem a elas?

By 1 de novembro de 2011 Sem categoria

Uma palavra que tem sido sistematicamente publicada em artigos diversos, tanto na imprensa especializada quanto na grande imprensa é ?inovação?. Até o PAC da Saúde está fundamentado no pilar da inovação. E quando paramos para refletir sobre a inovação, nos deparamos com vários aspectos das novas tecnologias geradas a partir desse tema: abrangência social, acesso, valores de investimentos, preços futuros, etc. Um dos mais importantes aspectos a ser discutido no tema inovação é a adequação e a criação de marcos regulatórios que não só não limitem a criação e o uso dessas novas tecnologias, como também estimulem a rápida adoção pelo mercado consumidor.
Um exemplo do que estamos falando é a disponibilização de alguns softwares e dispositivos que, conectados aos smartphones já convertem esses celulares em equipamentos médicos, capazes de gerar informações de uso pessoal ou mesmo clínico. Como os governos e as Agências Reguladoras, incluída a ANVISA, reagirão a essas novas tecnologias. Quão rápida será a resposta governamental a fim de que tais tecnologias não fiquem eternamente à espera dos Agentes Reguladores?

Quando pensamos que já hoje, agora, podemos trabalhar com o conceito de Cloud Computing (computação em nuvem) e que esses softwares ficam literalmente em lugar algum, mas em todos os lugares, percebemos a urgência com a qual necessitamos refletir e reagir sobre esse tema. É o momento de quebrarmos paradigmas, deixarmos de lado a lentidão tradicional dos governos frente a novos temas e avançarmos, de forma participativa, sugerindo e cobrando dos Agentes Reguladores respostas rápidas.

Uma palavra que tem sido sistematicamente publicada em artigos diversos, tanto na imprensa especializada quanto na grande imprensa é ?inovação?. Até o PAC da Saúde está fundamentado no pilar da inovação. E quando paramos para refletir sobre a inovação, nos deparamos com vários aspectos das novas tecnologias geradas a partir desse tema: abrangência social, acesso, valores de investimentos, preços futuros, etc. Um dos mais importantes aspectos a ser discutido no tema inovação é a adequação e a criação de marcos regulatórios que não só não limitem a criação e o uso dessas novas tecnologias, como também estimulem a rápida adoção pelo mercado consumidor.

Um exemplo do que estamos falando é a disponibilização de alguns softwares e dispositivos que, conectados aos smartphones já convertem esses celulares em equipamentos médicos, capazes de gerar informações de uso pessoal ou mesmo clínico. Como os governos e as Agências Reguladoras, incluída a ANVISA, reagirão a essas novas tecnologias. Quão rápida será a resposta governamental a fim de que tais tecnologias não fiquem eternamente à espera dos Agentes Reguladores?

Quando pensamos que já hoje, agora, podemos trabalhar com o conceito de Cloud Computing (computação em nuvem) e que esses softwares ficam literalmente em lugar algum, mas em todos os lugares, percebemos a urgência com a qual necessitamos refletir e reagir sobre esse tema. É o momento de quebrarmos paradigmas, deixarmos de lado a lentidão tradicional dos governos frente a novos temas e avançarmos, de forma participativa, sugerindo e cobrando dos Agentes Reguladores respostas rápidas.

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