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O papel da tecnologia para a Saúde Populacional

By 3 de agosto de 2015 Gestão, TI e Inovação
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A Saúde é de todos. É essa consciência que tem que permear a mentalidade dos indivíduos e dessa forma tornar-se uma cultura social, refletida nas empresas, nas políticas, em todas as organizações e serviços de uma cidade, Estado e País. Enquanto isso não é uma realidade, cada um pode se tornar um agente dessa meta. Não é à tona que assistimos o surgimento de alianças entre instituições nesse sentido, como é o caso da brasileira Asap (Aliança para a Saúde Populacional) e da Care Continuum Alliance, principal entidade mundial em gestão de saúde populacional (GSP).

Leia Mais: Continua Health Alliance e Asap selam parceria

Há dois anos, o Saúde Business esteve em um fórum promovido pela Asap que contou com a presença de Frederic Goldstein, CEO da Care Continuum Alliance. Ele dizia que “você altera a população com uma pessoa de cada vez. Se esquecer disso, o trabalho não vai ser feito”.

Há estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) que dizem que a saúde do funcionário deva estar no ativo, porque uma empresa mais saudável deve ter um valor mais alto no mercado financeiro. O debate é esse, não mais apenas nos EUA, mas no mundo. Vamos reconhecer, estimular e premiar as pessoas por se manterem saudáveis? As organizações por promoverem ações em prol da saúde? Os profissionais da área de saúde pela Saúde dos seus pacientes?

Startups e novos modelos de negócios surgem de olho nessas possibilidades, afinal, o custo médico representa cerca de 30% do que uma empresa gasta com saúde, enquanto os outros 70% estão na perda de produtividade, já que os empregados trabalham pior, faltam no serviço, ou vão trabalhar, mas não aguentam o dia completo.

O Saúde Business promoveu em maio deste ano um rico debate sobre “O envelhecimento pede um novo modelo de negócio?”. Ao ler você pode conhecer alternativas que andam surgindo e devem ditar o futuro da Saúde.

Aliada a essas iniciativas que visam mudanças comportamentais e de estilo de vida de uma população – o que por sinal já é um desafio e tanto – está a tecnologia. Em seu discurso no Forum, ainda atual, Goldstein afirmava que “as crianças hoje não respondem mais ao telefone, mas mandam torpedo, e isso está mudando o comportamento das pessoas. Elas olham para o celular 50 vezes por dia, então isso muda o comportamento no consumo. Se você receber no celular a notícia que a glicose do seu sangue está alta e o que você pode ou não comer, de repente você vê a mensagem na fila do supermercado e já toma uma atitude”.

A diretora de eGovernment Brasil na Telefônica Vivo, Kátia Galvane, compartilhou uma apresentação que mostra as potencialidades do Brasil para a adição das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e os benefícios decorrentes disso.

eHealth-Telefonica

Fonte: Publicação PwC (“Emerging mHealth: paths for growth”, June 2012)

 

TICs-Telefonica

(1)Tecnologias de informação e comunicação
Fonte: Paper Healthcare unwired – PwC Health Research Institute

O envelhecimento da população e o aumento dos crônicos torna a gestão da saúde populacional algo ainda mais urgente. Aqui você pode ver alguns exemplos de serviços tecnológicos oferecidos aos crônicos.

mHealth-PwC

Fonte: PwC mHealth Apps and the Six Success Principles

 

Crônicos-NHS

(1)Serviço nacional de saúde do Reino Unido
Fonte: National Health Service (NHS) ; www.publicservice.co.uk

Recentemente entrevistei o Diretor do Departamento de Conhecimento, Ética e Pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), Najeeb Al-Shorbaji (Jordânia), que pode explorar bastante as tecnologias em favor de uma saúde sustentável, acho que vale como leitura complementar AQUI.

 

Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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