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Como o NHS tenta ser mais eficiente?

By 27 de julho de 2015 Gestão, TI e Inovação
eficiência

Não é só o sistema de saúde do Reino Unido que precisa estudar a fundo formas de aumentar a eficiência, para atender cada vez melhor a crescente demanda. Mas certamente podemos aprender com o caminho que eles estão perseguindo para equilibrar o trinômio: demanda, eficiência e financiamento.

O relatório de produtividade do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unidos (NHS – National Health Service), divulgado em junho de 2015, reportou que, entre 2013 e 2014, os hospitais gastaram £72 bilhões com assistência e destes, £45 bilhões foram gastos com força de trabalho (63% dos custos).

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Cientes da falta de métrica para mensurar a eficiência, um grupo de 22 hospitais – dentre os mais de 1.200 do NHS – decidiu desenvolvê-la. Como? Colhendo os dados de cada instituição e promovendo comparações entre eles – como ferramentas de BI são capazes de fazer, por exemplo. O intuito foi identificar oportunidades para melhorar a produtividade. O projeto foi batizado de Adjusted Treatment Index (ATI).

Lideranças de diferentes áreas se engajaram no ATI como diretores financeiros, de enfermagem, chefes da farmácia hospitalar, e profissionais do Estado.

As mudanças e implementações ainda estão em processo, mas os resultados iniciais mostram que a maioria dos hospitais possuem boas práticas em diversos departamentos, mas todos têm aspectos a serem melhorados.

As principais áreas foco com vistas a melhorar a eficiência são: força de trabalho, farmácia hospitalar, Suprimentos/Compras (Procurement) e Estates Management. Para cada uma dessas áreas foram coletadas informações dos 22 hospitais a fim de entender as variações entre elas e as boas práticas a serem compartilhadas.

De acordo com as variações encontradas no que se refere aos pagamentos de colaboradores e desempenho, por exemplo, estimou-se a possibilidade de reduzir pelo menos £400 milhões nesta área.

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Para a Gestão de medicamentos, por exemplo, o ATI chegou em quatro princípios de otimização.

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Os 22 hospitais gastam, em média, £1 bilhão com instalações (facilities) todo ano. Tudo indica que eles conseguem economizar aproximadamente 14.5%, o que representaria uma economia de £150 milhões por ano.

Outras possibilidades de economia encontradas foram:
Limpeza: £10 milhões
Energia: £12 milhões
Construção & Engenharia: £12 milhões
Lavanderia: £4 milhões
Desperdício: £3 milhões
Água & Esgoto: £1.7 milhões

Achei interessante apenas compartilhar essa experiência que está a todo o vapor no Reino Unido. Para saber os próximos passos do ATI e todos os detalhes específicos, é só acessar o estudo na íntegra.

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Nathalia Nunes

About Nathalia Nunes

Fonoaudióloga formada pela FMUSP, com MBA em Economia e Gestão em Saúde na UNIFESP e apaixonada por comunicação, negócios e tecnologia em saúde. Na Live, trabalho com Marketing, Pesquisa e Conteúdo, tanto na produção de materiais editoriais e de pesquisa, quanto na difusão de temas e ações relacionados a negócios em saúde.

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