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Boa gestão na saúde diminuiria o custo e ainda ofereceria um atendimento de qualidade

By 26 de março de 2019 Gestão

Muito se sabe sobre os inúmeros relatos de escândalos de má administração, principalmente de recursos, não somente na esfera de instituições públicas e filantrópicas, mas também em hospitais e clínicas particulares, e para que seja instalada soluções assertivas, é necessário ter um parecer inteiro do cenário de dificuldades. Visando este nicho de mercado, a Planisa, empresa líder em soluções de gestão de resultados para as organizações de saúde, se propõe a prestar consultoria para um gerenciamento eficiente.

A empresa implementou um estudo de caso em oito UBS’s (Unidades Básicas de Saúde) da região de Campinas e de Pirajú, e identificou que, em média, 22% dos pacientes destas unidades não comparecem as consultas médicas agendadas, já para consultas odontológicas, esse número sobe para 31%.

O projeto da Planisa mostra que, em média, 88% dos custos das unidades do Município de Campinas são fixos, sendo 80% destes com pessoal, e no Município de Piraju este percentual é ainda mais alto, 93%, sendo 92% com pessoal. Estas altas porcentagens de custos fixos de mão de obra disponível para atendimento, aliado a elevada porcentagem de faltas, nos apresenta um cenário de desperdício de recursos que poderia ser evitado, ou pelo menos minimizado.

Segundo o levantamento da empresa, sem essas faltas, por exemplo, seria possível uma redução de 13% do custo unitário de uma consulta, e uma contribuição considerável para otimização dos recursos deste segmento da saúde.

Maria Beatriz Nunes, gerente técnica da Planisa, explica que a administração precisa identificar problemas e prioridades, principalmente quando se tem poucos recursos, e que só desta forma, é possível gerar qualidade de atendimento com o orçamento que se tem nas mãos. “Quando estes pontos são desprezados, normalmente a instituição peca na falta de assistência e desperdício de capital”, salienta.

A gerente ressalta ainda que o fato de não haver uma cultura de controle e registros dos serviços prestados, e por este serviço ser ainda pouco “informatizado”, o processo se perde, e investimentos de tempo e dinheiro não são aproveitados adequadamente e desaparecem, o que é uma incoerência imensa, se pensarmos no quanto a sociedade tem sofrido em filas de espera pelo País.

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