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3 maneiras de melhorar a saúde dos funcionários e reduzir custos

By 22 de setembro de 2014 Gestão

Existe um antigo provérbio que diz: “Como se come um elefante? Um pedaço por dia”. Esse ditado também se aplica à gestão e ao aprimoramento da saúde de uma população de funcionários.

Conforme gastos com seguro-saúde continuam crescendo, empregadores – especialmente aqueles que oferecem planos autofinanciados – estão examinando seu papel e a extensão de seu envolvimento na saúde dos indivíduos da empresa. É de conhecimento geral que melhorias na saúde acabam levando à redução de gastos médicos, e todo mundo concorda que mais pode ser feito para se conseguir isso. Mas a pergunta que eu mais ouço dos empregadores é: Como?

Acesso a dados é apenas um elemento importante nesta equação. Os dados só ajudam se forem usados para identificar riscos e gerenciar e medir iniciativas direcionadas à melhoria da saúde de uma população definida, até o nível do indivíduo.

Foco no indivíduo é essencial. Cada organização é única, e ao agir para aprimorar a saúde dos funcionários, as três estratégias a seguir são consistentemente bem-sucedidas.

1. Foque em 10%
Geralmente, entre 5% e 10% de qualquer população gasta entre 70% e 80% do investimento em seguro-saúde. Muitas vezes, uma ou mais doença crônica afeta esse segmento, colocando-o em alto risco de desenvolver outras condições, aumentando a probabilidade de envolver consultas com diversos médicos e tomar (ou não) medicamentos prescritos.

Muitos programas corporativos de bem-estar focam na população inteira de funcionários, e as pessoas que participam não são as responsáveis por gastar o dinheiro da empresa com serviços de saúde. Empregadores esperam grandes resultados ao engajar todos os funcionários, porém, identificar e oferecer suporte ao grupo de funcionários de alto risco e de alto custo é mais imperativo e é o que resultará em maiores retornos.

Utilizando tecnologias analíticas focadas em múltiplos fatores de risco, incluindo comportamento, é possível identificar o grupo que, atualmente, mais gasta, assim como prever quais indivíduos podem se tornar de alto risco e alto custo. Simplesmente analisar características financeiras não será o bastante.

2. Designe um comunicador
Um “nurse navigator” [termo em inglês para enfermeiros que ajudam os pacientes no desenvolvimento da autonomia] pode servir como um ponto fixo de contato para guiar as necessidades de saúde dos funcionários e seus familiares. Dedicados à assistência de indivíduos para compreender as complicações das necessidades relacionadas à saúde, estabelecer contato com um enfermeiro local permite a criação de uma relação de confiança. Eles aumentam o engajamento porque auxiliam e aconselham, em conversas da vida real, abrangendo tudo que podem fazer para atender as necessidades específicas de cada indivíduo.

O engajamento por meio do “nurse navigators” pode causar um impacto significativo no resultado final. Para um empregador, essas enfermeiras cuidando de funcionários de alto risco (que foi voluntário para o funcionário) reduziu um aumento histórico de 40% por ano com seguro-saúde para uma queda de 8% por funcionário de alto risco e alto custo e seus dependentes. Sem isso, aquela tendência de crescimento se manteria. Os “nurse navigators” encontram esses participantes utilizando análises detalhadas relacionadas a diagnósticos, custos e comportamento, e podem gerenciá-los e monitorá-los por meio de portais em tempo real.

Busque uma plataforma que combine análises individuais com a habilidade de customizar, atualizar e monitorar o programa e o progresso de cada pessoa, do começo ao fim. Os pacientes podem se conectar por meio de portais ou aplicativos que facilitam o monitoramento do progresso, e as enfermeiras podem interagir por meio de sistemas visuais, como o FaceTime ou, às vezes, pelo telefone. O contato pessoal é o elemento-chave do sucesso.

Eles também podem alinhar processos e melhorar a eficiência. Ao gerenciar riscos de saúde, eles também gerenciam o risco financeiro do empregador. Com os dados certos na ponta dos dedos, eles podem ver não só diagnósticos, como comportamento – como por quantos médicos a pessoa é atendida e quais medicamentos são prescritos, incluindo qualquer um que possa causar dependência perigosa. Essa informação oferece ao “nurse navigator” um quadro geral do que está acontecendo, e eles podem conversar pessoalmente sobre o que estiver ocorrendo. Não é incomum que um funcionário de alto risco, com diversas condições crônicas, tenha 15 fornecedores diferentes e nove ou mais médicos prescrevendo medicamentos ou use diferentes farmácias. Com aprovação, eles podem conversar com médicos, para que eles cuidem de qualquer lacuna no tratamento ou, ao menos, oferecer relatórios que podem ser compartilhados com outros médicos em outras consultas.

3. Defina expectativas e estabeleça boas parcerias
Empregadores estão cada vez mais interessados em se envolver com fornecedores que possam ajudar a gerenciar os cuidados oferecidos aos funcionários e seus dependentes, com base em análises fundamentadas por evidências. Fornecedores são uma ótima fonte de recurso para “nurse navigators” – cuidados clínicos é o que eles fazem melhor – e o que tem funcionado muito bem é conversas com esses fornecedores com um conjunto definido de expectativas relacionadas à como os gastos podem ser gerenciados e alvos específicos para resultados de saúde.

Com os relacionamentos certos, as expectativas alinhadas e os dados em mãos, todos ganham.
Empregadores podem gerenciar risco e economizar dinheiro ao reduzir gastos com médicos e farmácias. A saúde dos funcionários melhora quando eles recebem o suporte pessoal que precisam para gerenciar sua vida clínica – o que pode ser muito confuso, em alguns casos, especialmente para aqueles com condições crônicas, como diabetes, asma ou falha congestiva do coração. Os médicos se beneficiam porque conseguem informações que não conseguiriam de outra forma. Hospitais e sistemas de saúde têm a chance de criar relacionamentos com pacientes individuais, oferecer um serviço valioso para o empregador e, por fim, aumentar seu volume e fatia de mercado. 

*Fonte: InformationWeek EUA by Rich Williams; replicada pelo portal IT Forum 365 
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